Susanna Kruger

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Atriz, diretora e produtora. Fundou a Cia Atores de Laura que co-dirigiu artisticamente por 16 anos. Atua na formação de atores através de seus cursos livres na Casa de Cultura Laura Alvim, no Teatro O’Tablado e na Escola de Atores Wolf Maya.

Entre prêmios destacam-se o Prêmio MINC Troféu Mambembe – melhor atriz, Prêmio Coca-Cola de Teatro – melhor direção e o Kikito – melhor atriz.

Atualmente em cartaz com o espetáculo “Edward Bond para tempos conturbados”, no Teatro Poeira.

Dicas da Susanna

Sentir ou não sentir

 Imagine ser chamado de hipócrita – aquele que finge o que não sente. – Você é um hipócrita! No mínimo, é uma ofensa. Certamente, não é um adjetivo com o…

A carrocinha de pipoca

Aos amigos donos ou gerentes de restaurante, não pedimos refeição grátis. Tampouco roupas para aqueles que tem confecção. Podemos sim, pleitear um desconto em nome da amizade, mas sabemos que…

Wilson ou para quem dizemos nossas fala

Muitas vezes quando dizemos uma fala, algo soa desafinado. Que nota é essa que não conseguimos entoar? Nos abastecemos de movimentos internos do personagem – subtexto, estado, memória afetiva –…

Susanna responde

O QUE JOÃO HÉLIO, MARIELLE e S. HAWKING TEM EM COMUM?

Não. Ainda não enlouqueci apesar da realidade dos fatos estar colocando minha sanidade física e mental à toda prova com os últimos acontecimentos. Mas, compartilho com você agora, uma análise destes fatos a partir do pensamento complexo e realizo uma reflexão, uma confissão e um convite.Poderia voltar dois mil anos atrás para falar da cegueira humana que nos leva a atos bárbaros mas serei mais contemporânea. Diferente do pensamento científico que problematiza o fato, utilizo o método do pensamento complexo, de Edgar Morin para refletir sobre a realidade. De modo que ao invés de problematizar eu vou complexificar os fatos. Voltarei apenas a 2015, quando da morte do menino João Hélio, de seis anos, que foi arrastado preso por um cinto de segurança do lado de fora do carro, enquanto o carro era dirigido por bandidos.

Naquela época, eu fiquei extremamente abalada com essa morte. Desolada. Ao lado da dor daquela mãe que meu coração podia sentir de longe, minha mente pousava naqueles delinquentes. Pensei: “isso só pode ser possível por jovens perturbados. E de repente pensei: Jovens que tem idade para serem meus alunos. Deve haver algo que eu possa fazer.”

A vida seguiu com essa inquietação em minha mente. Vários projetos sobre educação emocional foram elaborados.

Dentro da minha atuação, professora de Educação Física, conduzi um estudo ligado a criação de uma Comissão do Jogos Internos do CPII, fundamentado no conceito de Fair Play. Sempre achei os jogos e as competições um palco perfeito para educação emocional x comportamento.

No entanto, a ausência de um medidor para emoção impedia que se investigasse, cientificamente, essa relação entre comportamento e emoção mesmo dentro da formação como psicóloga. Por conta disso, as pesquisas relacionadas ao comportamento evoluíram muito pouco para além do condicionamento operante de Skinner.

Até que, de uma forma empírica, eu começo a observar uma mudança de comportamento dos meus alunos por conta da Meditação Laica Educacional (MLE®) – protocolo para professores da educação básica usarem em sala de aula para conduzirem sua turma ao estado meditativo  – sem a necessidade do velho reforço positivo X punição e de forma praticamente imediata!

E, repito, sem a necessidade de punição comecei a perceber e pesquisar a mudança de comportamento que se operava nas turmas meditadoras laicas. 

Punição também que vem a fundamentar, quer aceitemos ou não, a razão lúcida das pessoas que planejaram o crime tão violento e covarde quanto o de João Hélio, dessa vez contra a vereadora Marielle Franco, ou seja, punir. 

No caso de João Hélio o crime praticado foi provocado provavelmente por garotos deseducados com mentes perturbadas por drogas pesadas. Se as razões para o crime contra João Hélio e Marielle são tão diferentes o que há em comum com Stephen Hawking?

“O fracasso humano que eu mais gostaria de corrigir é a agressão” S.Hawking, Londres, 2015

Hawking, coloca o comportamento agressivo lado a lado com o desenvolvimento da tecnologia, como potenciais destruidores da humanidade. E ele não está sozinho. Na outra ponta, o filósofo Jacques Dellors, em seu prefácio ao livro escrito pela Comissão Internacional para uma Educação para o século XXI, escreve,

Compete à educação a nobre tarefa de suscitar em todos, segundo as tradições e as convicções de cada um, no pleno respeito do pluralismo, essa elevação do pensamento e do espírito até o universal e, inclusive, uma espécie de superação de si mesmo. O que está em jogo, e a Comissão tem plena consciência das palavras utilizadas é, a sobrevivência da humanidade.”

Ainda nesta obra lemos:

  • É certo que há muitos outros problemas a resolver, chegaremos lá. Mas este relatório surge numa altura em que a humanidade, perante tantas desgraças causadas pela guerra, pela criminalidade e pelo subdesenvolvimento, hesita entre a fuga para a frente e a resignação. Vamos propor-lhe uma outra saída”                                  ” …é preciso começar por se conhecer a si próprio, numa espécie de viagem interior guiada pelo conhecimento, pela meditação e pelo exercício da autocrítica.”

A necessidade de uma mudança de comportamento agressivo diante do diferente, em raça, em credo, em cor e em pensamento é uma tarefa da qual a Educação não deve se furtar, ao contrário, priorizar.

E isso não se dará pela via do aprendizado mental que, como vimos diante da lucidez demonstrada para realizar um bom planejamento, a mente é capaz de encontrar justificativas e criar lógicas para comportamento agressivos que acabam por justificar até mesmo guerras, em pleno 2018.

Minha experiência em sala de aula, respaldada pelo conhecimento neurocientífico, por filósofos, psicólogos e por uma prática milenar dedicada a evolução humana, indica como podemos mudar nosso comportamento sem a necessidade do binômio reforço positivo X punição mas pela via da experiência emocional.

É isso que tem sido comprovado através da Meditação Laica Educacional®.Vejo surgir diante dos meus olhos na sala de aula comum, com alunos comuns, um comportamento respeitoso, afetuoso, um brilho nos olhos. A MLE® é amorosa. É uma prática de amor, protocolada. Estamos tão reativos que precisamos partir de um protocolo para ativar a vibração amorosa. Um dia poderemos abandonar o protocolo mas por ora ele é útil e pertinente. 

Se conhecesse um professor, indique. Meditar, na forma laica com didática e amorosa pedagogia, educa emocional e comportamentalmente como nenhum discurso até deu conta. Já há uma forma de começarmos a corrigir o que Stephen Hawking, chamou de fracasso humano. Medite.

VEJA MAIS

Moqueca de frutos do mar com banana d’água.

Esse post é muito legal, pois saiu de uma adaptação, estava na casa de amigos e decidimos fazer uma moqueca com banana da terra, mas não achamos para comprar, então resolvi fazer com banana d’água e foi o maior sucesso, pois a banana d’água se desfaz e deixa a moqueca ainda mais cremosa, ficou muito boa! Segue a receita para vocês se aventurarem e provarem essa delicia. 
Ingredientes:
5 dentes de alho triturado
2 colheres de sopa de dendê 
3 cebolas roxas em meia lua
2 pimentões amarelos em rodelas
2 pimentões vermelhos em rodelas
4 bananas d’água 
600g de tomate pelati
600ml de leite coco
300g de filé de cherne 
300g de lula
300g de camarão
300g de polvo cozido
200g de mexilhão na concha pré cozido
2 cavaquinhas abertas ao meio
Coentro a gosto
sal e pimenta a gosto
Em uma panela refogue todas verduras e adicione a banana em cubos, em seguida coloque os frutos do mar menos o peixe e a cavaquinha adicione o leite de coco e o tomate pelati, sal, pimenta e o coentro misture devagar e deixe cozinhar por 5 minutos, adicione os filés de peixe, cavaquinha com a casca para cima e os mexilhões. deixe cozinhar até a carapaça da cavaquinha ficar na cor laranja. 
Agora é servir com um arroz de coco queimado e uma farofa de cebola com dendê. 
Vai fazer sucesso.
Até a próxima 

(por www.rioinformal.com/Juca Paes Leme/).

BEIJO

Beijo , um segredo que se diz na boca.

 

 

 

 

Bronze
80 cm

(por www.rioinformal.com/rodrigo-saramago/)

Lua Nova em Sagitário e Mercúrio Direto

Enquanto a Lua vai decrescendo em seu caminho para mais um encontro com o Sol, já estamos em dezembro e nos preparando para as festas de final de ano. Esta última fase do ciclo lunar, ou Quarto Minguante, é favorável a esse momento por induzir menos às atividades externas. No último quarto, a energia vital se recolhe interiorizando-se, propiciando atitudes mais calmas e reflexivas. Isto pode ser benéfico neste primeiro momento de preparações para o fim do ano. Mas só até 5ª feira, pois na 6ª, dia 07/12, já teremos o momento de encontro da Lua com o Sol (05:21 hs AM) – ou Lua Nova, em 15º07’ de Sagitário. Um novo impulso surge, trazendo oportunidades de novos começos. Este é o momento mais propício para se iniciar novos projetos e colocar idéias em ação. Na Lua Nova há mais chances de progredir porque ela traz o impulso de uma nova proposta e, em Sagitário, signo de Fogo, planta uma semente de otimismo e fé na vida, vontade de empreender. O signo de Sagitário já está bastante mobilizado com a presença de Júpiter, o seu regente, que está de volta ao seu signo. Sendo Júpiter um planeta de expansão, que busca ampliar seus horizontes, a força de iniciativa da Lua Nova vem se beneficiar e se somar à força dele.

No entanto, a configuração celeste que se forma nestes próximos dias, e que abarca a Lua Nova do dia 07/12, delineia uma situação que pode confundir as iniciativas: Sol/Lua em Sagitário e Marte/Netuno em Peixes – e portanto em quadratura, que é um aspecto tenso. Se, por um lado, a vontade de agir e empreender surge forte, por outro há um clima de dispersão que prejudica a definição de objetivos, necessária para que se trace um caminho. Não que isso iniba as iniciativas da Lua Nova, mas dificulta sua execução pois enganos e confusões são possíveis de acontecer. As ações podem também ser afetadas pelo desânimo e pelo desalento, havendo muita demanda e excesso de atividades por um lado, e falta de disposição para cumpri-las por outro. Este clima de indefinição e dificuldade de foco gera tensão e cansaço. Neste contexto de sensibilidade, em lugar de insistir e não ver resultado, melhor será tentar perceber no clima geral quando atuar e quando não atuar, pois a percepção sensível é que estará predominando. A ação deve ser indireta e as coisas podem funcionar mais por inspiração e ideal do que por questões pessoais, através de um anseio mais coletivo do que individual. Surtirá efeito quando o objetivo levar em conta ou for a favor de um ideal coletivo, atuando por uma causa que ultrapasse os próprios interesses. Mas com a quadratura Sol/Marte há necessidade de questões pessoais também envolvidas, daí a dificuldade de se juntar e atender a todas elas. Porém, o contexto frio e úmido de Marte/Netuno em Peixes deve predominar, em favor das questões coletivas. No entanto, as duas tendências – de iniciativa pessoal ou visando o coletivo – podem coexistir, alternando-se. E podem gerar conflitos também. O céu é um todo mas cada um de nós o vivencia mais em um ou em outro aspecto. Isso vai depender da interação com o nosso mapa natal.

Ainda sobre a configuração da Lua Nova, a criatividade estará presente e os assuntos ligados à arte também. As ações vão depender mais da sensibilidade e da criatividade.

Uma notícia benfazeja é que Mercúrio, que estava retrógrado, retoma o movimento direto no dia 06/12, trazendo fluência e desenvolvimento, mais clareza nos contatos e nas comunicações, com um foco objetivo e externo. A este clima de dispersividade, Mercúrio direto vai se contrapor agilizando as comunicações, a burocracia e as idéias, tornando estas últimas mais claras, congruentes e espontâneas. Com certeza isto irá contribuir favoravelmente para uma melhor compreensão e condução deste momento.

Em 03/12/2018

Angela Nunes

(por www.rioinformal.com/angela-nunes/)

Olé Madrid!

Mais uma vez chegamos já no 2º tempo, Brasil x México, a tempo de ver o 2º gol. Já era tarde e estávamos todos com fome. Tinha na lembrança um prato chamado “solomio”, um bife alto de ternera. Fui até um restaurante bem simpático todo decorado com coisas e fotos do Atlético de Madrid, estamos perto do estádio Vicente Calderón, matei a vontade, acompanhado de uma tacinha de vinho espanhol, um Ribeira del Duero, simples mas ótimo. Como a viagem foi bem cansativa, aproveitei pra descansar e pela manhã saborear o desayuno com presuntos tipo “Pata Negra”, frutas, em especial a laranja maravilhosa, e tudo mais. Engraçado que depois de tantos anos e tantas vindas, Madrid não é uma cidade que eu conheça bem. De qualquer forma, saímos pra uma volta a pé e logo estávamos no centro histórico, com vielas, escadas e becos bem legais. Por todo lado grupos de visitas guiadas e gente desfrutando do sol que estava bem quente. Volta e meia passava por senhores locais com seus aromas de charutos e cigarrilhas, bem típico. Dobrando uma esquina nos deparamos com um pátio espanhol tradicional da arquitetura merengue. Estátuas por todas as praças e jardins. Muita gente nas ruas olhando o comércio e tirando fotos, alguns ambulantes prontos pra recolher suas mercadorias e fugir da polícia, caso apareçam. Mais adiante, quase em frente à saída do metro Ópera, uma grande sala de concertos. Em seguida, os jardins do Palácio Real, o maior da Europa, com cerca de 225 quartos, tudo muito bem conservado. Ao lado, fazendo parte do mesmo complexo, a Catedral de Santa Maria la Real de la Amudena, filas pra visitar. O bairro do hotel sofreu uma grande reforma a alguns anos que transferiu as grandes pistas de carros para um túnel subterrâneo de mais de 12 KM e criou grandes jardins em cima. Bem bacana!!! O show foi numa casa noturna (La Riviera) nesse parque e a animação espanhola junto com muitos brasileiros foi grande. Jantamos por lá mesmo, sempre com vinhos espanhóis ótimos. Na ida pro aeroporto, o motorista do ônibus foi dando dicas da cidade e da cultura local cheio de orgulho. Gracias

(por www.rioinformal.com/leco-possollo/)

CULTURA LIVRE E TECNOx 4.0

Tem acontecido encontros no nosso continente latino para divulgação de Cultura Livre,Tecnologias Livre, Ciência Aberta e Cidadã e o ambiente digital.

O site Em Rede tem nos ajudado a acompanhar. Entre 21 e 23 de novembro último, aconteceu o 1º Encontro Online de Cultura Livre do Sul, com bate-papo onlile e apresentações de diversos projetos e proposições sobre o que se necessita para aprofundar, defender e expandir a cultura livre refletindo sobre tecnologia, política e sociedade. O Em Rede disponibilizou o link Videoconferências do 1º Encontro Online de Cultura Livre do Sul por onde é possível observar as discussões e proposições do encontro.

No Em Rede está agendado mais um evento nessa direção. Propondo-se a refletir sobre o uso das formas permissivas de disseminação do conhecimento científico e tecnológico e suas aplicações, a TECNOx 4.0 tem inscrições abertas até 07 de dezembro. A comunidade latino americana de desenvolvedores e usuários de tecnologias livres realizará mais uma edição do evento que já passou por Argentina, México e Chile. O encontro foi organizado pelo Centro de Tecnologia Acadêmica do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CTA IF/UFRGS) e visa articular membros da coletividade que se formou em 2016, composta por cientistas, engenheiros, tecnólogos, estudantes, empresários e membros da sociedade civil, em torno das questões éticas no uso das tecnologias livres e os direitos humanos. Os interessados podem inscrever projetos em andamento ou prontos, que posteriormente farão parte de um livro onde estará editada a documentação oriunda do evento para apreciação dos trabalhos e pesquisas realizados na América Latina e Caribe.

A TECNOX 4.0: ÉTICA, DIREITOS HUMANOS E TECNOLOGIAS LIVRES acontecerá de 11 a 15 de março de 2019, no Centro Cultural da UFRGS, em Porto Alegre.

Mara Cecília, 02 de dezembro de 2018

(por www.rioinformal.com/mara-cecilia/)

TÚNICAS E KAFTANS

TÚNICAS E KAFTANS….Use e abuse!!! O verão chegou….e pede roupas leves, coloridas e simples de usar. As Túnicas e Kaftans vão da praia para as ruas….Sinta-se leve e linda.

Fonte: Pinterest

(por http://www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Bohemian Rhapsody

O filme Bohemian Rhapsody faz parte de um daqueles casos em que o ator incorpora o personagem de tal forma que a gente não sabe quem é quem. Temos vários exemplos de filmes/biografias com esse perfil, e Rami Malek, o ator americano de origem egípcia que interpreta Freddie Mercury – vocalista da banda Queen –  não foge à regra. Ele se jogou e se transformou no personagem integralmente. O filme é arrebatador, principalmente para aqueles que admiram a banda Queen, que mudou o cenário da música mundial nos anos 70 e que a maravilhosa trilha original embala o espectador durante todo o tempo.

O diretor Bryan Sing fez um trabalho incrível mas o que faz o filme ser tão arrebatador é a edição de imagens; perfeita! Alguns fatos foram contados de maneira diferente do original mas que não altera a genialidade e o talento da banda e, em especial, o de Freddie Mercury, uma figura marcante de voz poderosa e com uma trajetória de vida bastante irreverente. Um pouco de licença poética é normal acontecer nesse tipo de obra e aliás, a escalação dos atores para a banda é bem impressionante; eles são muito parecidos com os músicos verdadeiros.

É um filme para quem gosta de rock’n roll, para quem gosta do Queen e principalmente, para quem gosta de música boa.

Natal chegando

Claudia Cordoville:
NATAL chegando…..tempo de amor…paz…família e amigos….Vamos enfeitar nossacasa para receber com classe e estilo. Então. ..Inspire-se.
Fonte: Laura Ashley

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(por www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

 

 

As criações de Alberto Sabino são atemporais e diferentes

As criações de Alberto Sabino são atemporais e diferentes. O resultado de suas coleções reflete a personalidade eclética do autor, que tem a liberdade de usar diversos tipos de materiais, de uma maneira muitas vezes inesperada. Assim, pedras podem estar juntas a acrílicos, madeiras, resinas e outros materiais, privilegiando o design e a criação acima de tudo. Suas peças únicas são então chamadas de joias pela imprensa especializada e clientes mais pela exclusividade e acabamento do que, muitas vezes, pela nobreza intrínseca de cada material utilizado. Seu trabalho é reconhecido internacionalmente, e Sabino é um dos designers listados pelo Fashion Model Directory, entre os mais criativos e destacados no mercado

Link para o meu site 

(por www.rioinformal.com/alberto-sabino/)

Eliana Mora. Foto de Ana Maria Mendes Másala

OBRAS DE ARTE E TEXTOS

Apenas um sonho. Por isso mesmo coberto de mistério. Lírico, quase espiritual. Lendário. Profundo e sensível. Obra que tonteia. Não passa sem chamar atenção. Escorre, e mostra. Algo? O quê? Não sei ao certo. Nossa própria identidade. Ou sua criação. [El, 07/11/17].

Art_Yves Tanguy

(por www.rioinformal.com/eliana-mora/)

Interior da França

Claudia Cordoville:
O que mais gosto de conhecer quando estou no interior da França são lojinhás cheias de estilo…cor…e com aquele toque de glamour. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(por www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

 

 

Lina Tâmega Peixoto: uma grande escritora da literatura brasileira

Historicamente, as mulheres presentes na literatura brasileira sempre contribuíram enormemente para a cultura do país. Uma delas é Lina Tâmega Peixoto. Ela consegue se apresentar ao leitor sempre como uma escritora múltipla e vivaz. Exemplo disso é o seu último livro Alinhavos do tempo (Tagore editora, 2018).

Neste livro, encontramos palavras inusitadas e originais para falar do mundo real e do mundo dos sonhos. Alinhavando os versos com perfeição e precisão, a escritora consegue a difícil proeza de unir o concreto e o abstrato em imagens insólitas. Lina Tâmega Peixoto nesta obra consegue fazer do simples algo extraordinário, carregando o teor simbólico da profundidade linguística. Vejamos os versos de um dos poemas do livro, “O leque de concha”: “A manhã agita/castanhas pétalas de rugas/e a tarde que desfolha/veste o vento por dentro do leque”. Aqui, com linguagem metafórica e surpreendente, a autora consegue reconstruir a passagem do tempo.

Lina Tâmega Peixoto

Essa capacidade única vem de toda experiência de uma excelente vida acadêmica. Nascida em Cataguases (MG) e considerada uma verdadeira dama da literatura nacional, Lina é consagrada e elogiada por importantes nomes da nossa literatura. Intensamente poeta e destacada crítica literária, fundou juntamente com Francisco Marcelo Cabral a revista Meia-Pataca (1948-49), importantíssima publicação no cenário nacional da época.

Chegou a assumir o magistério no Instituto de Letras da Universidade de Brasília. Lá, ministrou disciplinas como Teoria Literária e Língua Portuguesa. Sua fortuna crítica é admirável. Como exemplo, temos a opinião de um dos mais respeitáveis poetas do país, Carlos Drummond de Andrade. Comentando sobre o livro Entretempo (1983), ele disse: “Ela contém a dose de mistério essencial à boa criação lírica e, ao mesmo tempo, é documento de rara sensibilidade humana”.

Realiza pesquisas em Lisboa sobre as raízes do lirismo peninsular, dando como resultado em várias vertentes de estudos literários. Destacam-se, neste momento, pesquisas sobre a poesia de Cecília Meireles. Professora, poeta e crítica de literatura, tem artigos, ensaios críticos e poemas publicados em jornais e revistas do país e de Portugal. Participa de inúmeras antologias poéticas. É membro fundador da Associação Nacional de Escritores (ANE) e pertence à Academia de Letras do Brasil e ao PEN Clube do Brasil (RJ). Como pesquisa recente dela em crítica literária, temos: “O simbolismo imaginário e o devaneio amoroso na poesia de Maria Braga Horta”, em Revista da Academia Mineira de Letras, volume LXXXIV, 2016.

Toda essa vivência – o magistério, a pesquisa, a crítica e a literatura – é transmitida em suas obras, traçando o caminho da beleza inaugural por meio das páginas de suas obras. É uma autora que domina a arte da palavra em várias vertentes. Dessa forma, Lina Tâmega Peixoto, nome literário de Lina Tâmega Peixoto Del Peloso, é uma mestra das letras que tece com encanto a rede das palavras.

De Alexandra Vieira de Almeida – Escritora e Doutora em Literatura Comparada (UERJ)

(Joyce Nogueira -Assessora de Imprensa, joyce@drumond.info)

(Por www.rioinformal.com/alexandra-vieira-de-almeida/)

Sob o sol de São Cristóvão

                              Para Gisela Reis

 Sob o sol
a sombra se domestica naqueles trilhos

A passagem do trem é vasta
como o oceano de meus desejos

Nos trilhos de São Cristóvão
a sombra se esfacela em migalhas
Multiplica-se
sob o sol dos caminhos – o descaminho

São visões de mil sombras
um pesadelo leve como as plumas do pavão

Um sol se cria ali, sobre seu chão, sua terra
que acolhe a pisada de seres em atropelo

Pressas se resgatam, memórias me invadem
A amizade se fundou ali
sob o sol da ferrovia
em que mato as utopias de um amanhã desnudo

O presente, na prece de uma sombra fugaz
sob o sol de São Cristóvão.

(Por www.rioinformal.com/alexandra-vieira-de-almeida/)

O Grande Circo Místico

Paulo Libonati: Crítico de Cinema

Chega às telas como possível candidato ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro e não decepciona, pois tem todos os elementos que são necessários a uma boa apreciação pela Academia, que justifiquem uma indicação.

Conta uma história de amor que atravessa um século, de pai para filho, tendo como fio condutor um circo que passa por todas as fases possíveis, do sucesso ao fracasso e decadência que são impostos pelo progresso e toda a parafernália tecnológica que vem acoplada a ele.

Um elenco de primeira linha, com destaque para Jesuita Barbosa que faz o elemento de ligação entre todas as épocas do circo como mestre de cerimônias.

Os figurinos, os cenários , a fotografia são de altíssima qualidade e um fiel retrato do tempo.

As músicas de Chico Buarque e Edu Lobo são um capítulo a parte: um encantamento aos ouvidos. Cada uma mais bonita que a outra, embora seja BEATRIZ a melhor delas, pois consegue unir letra e música numa suavidade que faz bem a alma e ao corpo.

Voltando ao Oscar, depois de Central do Brasil, não conseguimos mais concorrer ao prêmio e acho, particularmente, que o Circo Místico tem características regionais que são valorizadas pelos membros da Academia, além de outros elementos que traçam um painel sócio-econômico-geográfico que sempre se percebe nas indicações de melhor filme estrangeiro, independentemente do país que ele representa.

Bruna Linzmayer, Juliano Cazarré, Mariana Ximenes, o franco-brasileiro Jean Castell e muitos outros bons atores, dão a intensidade que a história merece, através de suas magistrais interpretações.

No mais, e principalmente por isto, é um filme de Cacá Diegues!

(por www.rioinformal.com/Paulo Libonati/)

…Compre livros para dar de presente. Compre livros para ler. *Compre livros* pela capa. Compre livros pelo título. Compre livros para decorar a estante. *Compre livros* pelo autor. Compre livros de ficção. Compre livros de não ficção. *Compre livros* de literatura brasileira. Compre livros de autoajuda. Compre livros de negócio. *Compre livros no Natal*…
Compre livros…
 Compre livros porque poesia acalma e ensina novos usos para palavras de todo dia. Compre livros porque são livros. Compre livros porque são baratos…
*Compre livros*…

(Extrato de publicação de Maria Luiza Poleti Martucci publicado no Blog do Manoel Afonso)
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Sol em Sagitário, Mercúrio Retrógrado em Sagitário

Essa semana começa com a Lua no Quarto Crescente, 2ª fase de seu ciclo, que se iniciou no dia 15/11. Esse período estimula o desenvolvimento das coisas, acelerando o processo de crescimento pois a força vital está se movimentado para fora, externamente. Por isso, é favorável para investimentos em projetos de nosso interesse. O que é feito agora tende a um maior impulso para progredir ganhando uma força extra. É uma fase dinâmica, onde tudo corre mais rápido.

Vênus (foto de Brett Joseph. 08-11-2018. San Anselmo, Califórnia

Agora o planeta Vênus já retomou seu curso direto, em Libra. Mas, fazendo o último aspecto de oposição com Urano, reflete mudanças, fatos inesperados que podem levar a rumos diferentes do imaginado, em acordos, relacionamentos, atividades sociais, que são assuntos de Vênus. O objetivo com Urano é trazer uma nova condição ou fato novo. A propósito, Vênus é o objeto celeste mais brilhante depois da Lua. No momento o planeta nasce antes do Sol, de madrugada – não à toa é chamado de “estrela matutina”, de tão esplêndido que torna o céu. Vale madrugar para contemplar este verdadeiro espetáculo.

Enquanto isso, Mercúrio ficou retrógrado em 16/11/2018. Sabemos que este é um fenômeno apenas aparente, devido à diferença de movimento da Terra e de Mercúrio em suas órbitas. Mas, simbolicamente, reflete uma interferência na expressão natural do planeta, alterando seu modo de atuação. Os processos de comunicação e transmissão de dados podem apresentar problemas, atrasos no trânsito e nas entregas também são esperados. Isso ocorre porque o planeta se detém na necessidade de revisão de seus significados, levando a demoras em seus assuntos. Iniciar processos, lidar com burocracia e assinaturas de documentos importantes devem ser evitados durante estes dias (16/11 a 06/12/2018), podendo conter falhas e omissões. Isso está particularmente enfatizado porque Mercúrio, além de retrógrado, está em aspecto de quadratura com Netuno em Peixes, o que o coloca numa condição de dispersividade, fora de foco. Por isso será preciso atenção redobrada nas comunicações de um modo geral – mensagens, textos, notícias podem conter omissões e informações erradas, causando mal entendidos. Negociações e compras importantes também devem esperar um pouco – mais vale adiar por uns dias do que arriscar. Mercúrio retoma o movimento direto em 06/12/2018. Até lá, precisamos ter paciência e, principalmente, evitar a pressa.

No dia 22/11 o Sol muda de signo ingressando em Sagitário. Signo do elemento Fogo, em que autonomia e liberdade são importantes, o Sol em Sagitário reflete a busca por experiências novas, que ampliem seus horizontes agregando novos conhecimentos e visões culturais. É um signo dinâmico, que está sempre interessado em empreender alguma coisa, inspirando visão larga, confiança e otimismo. Esse ano, o ingresso do Sol em Sagitário já encontra o signo vibrando com o retorno após 12 anos do seu próprio regente, Júpiter, recém ingresso em Sagitário (08/11/2018). Portanto, isto potencializa o espírito empreendedor e aventureiro, as ações expansivas e de cunho idealista. O Sol encontra com Júpiter de forma mais direta, em conjunção, entre os dias 24 e 27 de novembro (exato em 25 e 26/11), estimulando o otimismo, a expansão e a vontade de empreender. Porém, é importante lembrar que, com Mercúrio retrógrado em Sagitário, vindo de uma quadratura com Netuno, e em conjunção ao Sol/Júpiter, a empolgação precisa imprescindivelmente se nortear por dados de realidade, procurando colocar os pés no chão e avaliando as reais dimensões das possibilidades.

Angela Nunes

18/11/2018

(por www.rioinformal.com/angela-nunes/)

O Grande Circo Místico

Cacá Diegues estreou em grande estilo o seu mais novo filme de longa-metragem O Grande Circo Místico.  Em clima de malabarismo, música, piruetas e poesia a história baseada em um poema de 47 versos de Jorge de Lima escrito em 1930, foi transformada em roteiro pelas mãos do próprio Cacá e de George Moura. O filme começa quando um jovem aristocrata da família austríaca Knieps tem a oportunidade de escolher um presente e ele escolhe nada mais do que um circo. São 100 anos de histórias narradas pelo mestre de cerimônias Celaví  – Jesuita Barbosa – maravilhoso – o único personagem que não envelhece  – sobre a saga de uma família que vive sobre o picadeiro a cinco gerações.

A beleza das imagens na exuberância da fotografia de Gustavo Hadba, as canções originais de Chico Buarque e Edu Lobo, figurino, direção de arte, produção impecável e um elenco bastante diversificado, O Grande Circo Místico é magia e poesia, um lado Felliniano que Cacá trouxe para as telas e onde as mulheres retratadas no filme, nem sempre não são felizes. Exceto Beatriz – Bruna Linzmeyer – deslumbrante, que dá início a toda a saga da família circense e que termina com a família de Margarete (Mariana Ximenes) em um de seus melhores papéis no cinema.

O filme é uma belíssima pintura na tela.

A Elegância do Artefato

Ela se demora observando as chiques vitrines de celulares na loja especializada em Informática.  Depois de muito indagar sobre o desempenho dos dispositivos e se encantar com o azul perolado de um deles, aponta-o como seu escolhido.  E pede um exemplar para sair na hora, pelos corredores do shopping, favoritando seus contatos e fotos.

A malha digital de que dispomos hoje se estica favoravelmente a todos os gostos.  Porém, não se enganem, não é o dispositivo que está sujeito ao indivíduo, mas o indivíduo é que, em verdade, traduz-se hoje em um escravo dos gadgets. 

O casamento homem-máquina vai bem, obrigada. Aliás melhor do que muitos casamentos entre humanos mundo afora.  Poderia ser feita uma pesquisa comparando o crescimento dos divórcios e separações com o desenvolvimento tecnológico dos smartphones.  O risco de que estejam crescendo nas mesmas proporções é grande. Enquanto o convívio pessoal exige esforço, dedicação e carinho, relacionar-se com e através da máquina é um passatempo que demanda, no máximo, certo zelo para que não caia no chão, na água ou nas mãos de um pickpocket.  De resto é uma opção quase que óbvia nesses dias de tanta informação e tão pouca profundidade.

A identidade contemporânea parece estar, cada dia mais, intrincada com uma cultura virtual.  Seja pelas medias sociais, pelos canais individuais e coletivos que proliferam como moscas ou pelas plataformas de informações frequentes e instantâneas, viver em consonância com a múltipla oferta tecnológica se constitui em uma nova forma de realização e felicidade.   São milhares de estudos de casos e sobre os quais as academias de todo o mundo se debruçam.   A teia não encolhe.  Antes tece novas e novas redes que se imbricam em torno de um sujeito tão poderoso quanto estereotipado.

Taí o século XXI que não nos deixa mentir.  Um amálgama de questionamentos e reflexões para muitas e muitas noites frias regadas a queijos, vinhos e discussões filosóficas.  Para fazer a história fluir e influenciá-la a, de repente, parar e olhar em volta. Como a madame do dispositivo perolado.

(por www.rioinformal.com/cristina-lebre/)

Mãe, primeiro as “crias” !

Dia 13/11 foi lançado no portal de divulgação científica www.deviante.com.br o primeiro texto do Matheus.

Matheus Berlandi “Honda”, Engenheiro de Materiais que não aguenta mais a pergunta sobre o que faz um engenheiro de materiais. Eternamente em dívida com a lista de livros para ler. Fascinado por tecnologia e sociedades. Atualmente tentando gerar conteúdo relevante sobre literatura na internet como desculpa para falar muito sobre os livros que lê!

Capa-Harry-Potter
Está produzindo podcast #1 Filmes para não assistir – Episódio de Qual é a boa?
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