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ACONTECE

Você está realizando um evento, um projeto, um curso uma idéia? Então...

Acontece

Oi galera! Você está realizando um evento, um projeto, um curso uma idéia? Então… manda pra mim, com seu release e foto para divulgarmos aqui na minha sala “Acontece”. Espero contar sua novidade aqui na Revista Rio Informal!!! 😊. Mande email para rioinformalcontato@gmail.com

Vamos Viajar?

Leco Possollo

Astros e Estrelas

Angela Nunes

Equinócio de Outono do Hemisfério Sul – Sol em 0° de Áries e Lua Cheia em Libra

Chegamos na metade deste ciclo atual da Lua, que se iniciou em 06/03 no signo de Peixes, no grau 15°47’. Portanto, já estamos na Lua Cheia deste ciclo, (20/03 – 22:44 hs). Sabemos que um ciclo é compreendido entre 2 encontros da Lua com o Sol, conectando e tonalizando os eventos celestes com o signo e aspectos que os astros recebem.

Este está sendo um ciclo com características muito marcantes, astronômica e astrologicamente: a Lua Nova (06/03), em Peixes, ocorreu em conjunção com Netuno, o próprio regente de Peixes, que aí está em seu domicílio – portanto, Lua, Sol e Netuno juntos. Além disso, alguns outros eventos importantes aconteceram e ainda estão acontecendo, refletindo ainda mais este signo. Em 05/03, um dia anterior à Lua Nova, que foi a última do ano astrológico, o planeta Mercúrio ficou retrógrado em Peixes, no grau 29°38’, ou seja, tomou uma direção contrária ao movimento do zodíaco. Isso é comum pois ocorre 3 vezes ao ano. Mas desta vez faltavam poucos minutos pra que ele emergisse de Peixes para Áries quando estancou e pôs-se de ré (em seu movimento aparente), permanecendo mergulhado na Água pisciana. Como disse, Peixes é um signo do elemento Água, frio e úmido, flexível e absorvente, que atua na fusão com os demais planetas, pela rendição passiva. Peixes é o último signo do zodíaco antes do início de um novo ano Astrológico (20/03), representando esta última etapa em que recebe e junta tudo que aconteceu antes, e durante todo o ano que passou, num processo de diluição e finalização. Mas a Lua Nova que iniciou este ciclo lunar provocou uma onda pisciana que vai continuar se propagando e tendo seus efeitos até após o equinócio (20/03). Com Mercúrio retrogradando até alcançar novamente Netuno pela 2ª vez, em 16° de Peixes, estaciona sobre ele para retomar o movimento direto. Isto será no dia 28/03. Até lá, o planeta da visão lógica (Mercúrio) pode ainda promover muitas confusões nas comunicações, ocasionando mal entendidos, erros de interpretação, negociações mal feitas devido à falta de informações, escândalos e fraudes. Por outro lado, Mercúrio em Peixes é uma oportunidade para agregarmos mais sensibilidade à razão e ao pensamento, em prol de uma lógica sensível, mais redonda, que estimula a imaginação e considera mais o conjunto das coisas – absorve o todo para além das partes.  Mercúrio fica em Peixes até 17/04, mas seus efeitos se estendem através deste ano devido à sua presença neste signo no momento do equinócio.

No dia 20/03 o Sol muda de signo – de Peixes para Áries – iniciando mais uma jornada anual: é o Equinócio de Outono do Hemisfério Sul, com o ingresso do Sol no signo de Áries: o Ano Novo Astrológico! O Sol, em sua jornada pela eclíptica, passou por todos os signos ultrapassando o derradeiro, Peixes. Emerge agora das águas piscianas, projetando-se pra fora através do fogo de Áries. O equinócio, como o nome já diz, é quando o Sol, em seu movimento aparente, alcança o equador celeste resultando em proporções iguais entre luz e sombra nos dois hemisférios: neste dia (20/03), a noite e o dia têm a mesma duração. E o mais importante é que o Sol marca neste dia uma mudança de estação: no hemisfério sul entra o outono, no norte a primavera. Assim, a Astrologia está sempre vinculada à natureza e, por isso, o zero grau de Áries foi denominado pelos habitantes do hemisfério norte de Ponto Vernal – ou primaveril, pois esta é a estação que para eles chega.

Áries representa o primeiro impulso, a primeira respiração. É a partir de Áries que tudo recomeça em termos individuais – e com ele, o Ano Novo Astrológico. A configuração celeste que marca este momento vai se desdobrando durante todo o ano trópico, até que o Sol volte novamente a este mesmo ponto (daqui a um ano). Daí a importância deste mapa. Horas depois da entrada do Sol em Áries, neste mesmo dia (20/03) ocorreu a Lua Cheia – no signo de Libra. Assim, o início do Ano Astrológico (18:58 hs) veio acompanhado este ano pela Lua Cheia, que ocorreu algumas horas depois (22:43 hs), indicando que  certas situações chegam ao maior ápice possível transbordando. Este evento celeste coloca um foco nos relacionamentos sociais, pela maior necessidade de abertura externa: busca de acordos, diplomacia, parcerias. Porém, os regentes do Sol e da Lua, que são Marte e Vênus, estão em aspecto tenso, refletindo um trabalho árduo, cheio de conflitos, porém necessário, em termos de abertura social.  

Há também nesta configuração do equinócio um forte destaque para o elemento Terra, com Saturno e Plutão em Capricórnio, Marte e agora também Urano em Touro, mais a Lua em Virgem. Isto coloca uma grande capacidade edificadora, favorecendo a objetividade, a construção e concretização das coisas através de uma visão prática, dando margem para reestruturação econômica, política e social.

Podemos então acionar nossos projetos, idéias, realizações pois chegamos a um tempo de ignição de um novo processo. Desejo um feliz ano novo astrológico para todos!

 

Angela Nunes

Em 21/03/2019

(por www.rioinformal.com/angela-nunes/)

Que Belas, as Artes!

Silvio Tendler

A Arte do Documentário

A Arte do Sabor

Maria Julia Ferreira, Ju

A Arte do Sabor

Marcelo Igrejas

A Arte do Sabor

Felipe Ventura

Cervejas, Vinhos e Drinks

Que Belas, as Artes!

Rodrigo Saramago

A Arte da Escultura

Sereias em terracota

Esculturas em bronze

Veja o vídeo. Chegue por lá.

Que Belas, as Artes!

Cavi Borges

A Arte do Cinema

Que Belas, as Artes!

Sergio Pagano

A Arte da Fotografia

Photography

Gastronomia

Capas de Livro

Que Belas, as Artes!

Mario Casal

A Arte da Fotografia

Que Belas, as Artes!

Paulo Eugenio

A Arte da Fotografia

Sala de Cinema

Paulo Libonati

OSCAR 2019

Paulo Libonati: Crítico de Cinema

 O grande vencedor – Green Book – não era o filme favorito, mas não se pode deixar de reconhecer suas qualidades e nem dizer que não era merecedor. Fala de coisas que não são mais levadas em conta atualmente, como amizade, companheirismo, respeito às diferenças.

 Os dois atores, Viggo Mortensen e Mahershala Ali,  são excelentes e foram, respectivamente, indicados a melhor ator e melhor ator coadjuvante, sendo que este último ganhou a estatueta.

 Bohemian Rapsody , também indicado para melhor filme, emplacou o prêmio de melhor ator para Rami Malek pela interpretação de Fred  Mercury: um trabalho muito cuidadoso, feito com  afinco e grande vontade de acertar. Foi justamente recompensado.

Outros concorrentes, como Christian Bale, também mereciam a estátua, mas….

A vencedora de melhor atriz , Olivia Colman,  que deu vida à rainha da Inglaterra, num reinado curto e desastrado mereceu o prêmio, embora Lady Gaga, que concorria por Nasce uma Estrela, tenha sido a grande atração da noite, cantando com Bradley Cooper a canção que ganhou o Oscar.

 Glenn Close, com seu maravilhoso vestido que pesava mais de vinte quilos, mais uma vez não conseguiu levar a estatueta pra casa, embora sua interpretação, sempre correta como sempre, não foi a melhor das outras que lhe valeram as seis indicações anteriores mal sucedidas. Foi injustiçada em Atração Fatal, mas a Academia ainda vai lhe render a homenagem que merece.

Sobre a ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante, Regina Cole, pelo filme Se a Rua Beale Falasse, não posso tecer nenhuma comentário, pois ainda não assisti o filme que só entrou em cartaz aqui no Brasil esta semana.

 A cerimônia durou menos tempo do que o normal, fato que agradou o público,  tendo em vista o aumento em mais de 15% na audiência em relação ao ano anterior.

 Não senti tanto a falta de um mestre de cerimônias, que geralmente faz muita graça, contando piadas de gosto bem duvidoso e  americano , fazendo com que a duração do espetáculo se estenda desnecessariamente.

 Roma, que concorria como melhor filme e melhor filme estrangeiro, ganhou nesta última modalidade, mas, particularmente torcia por Guerra Fria, embora não seja apreciador de filme preto e branco, pois acho que o colorido não tira o brilho cultural do filme.

 O diretor de Roma, Alfonso Cuáron, ganhou a estátua, uma das mais importantes do evento.

 Outras categorias como  maquiagem, efeitos sonoros, curta metragem, animação, etc etc foram agraciadas , e geralmente as equipes ganhadoras, falam a mesma coisa na hora do agradecimento, não condizente com o talento de cada um, pois são palavras dirigidas ao apoio de familiares.

(por www.rioinformal.com/Paulo Libonati/)

Sala de Cinema

Teresa Souza

Green Book

Teresa Souza: Crítica de Cinema

Green Book, do diretor Peter Farrely, foi o vencedor do Oscar 2019. É um bom filme mas não era o meu favorito e parece ter sido uma zebra pois não era o filme que todos esperavam ver como o grande vencedor, mas o tema cada vez mais atual e as atuações da dupla Virgo Mortensen e Mahershala Ali – em seu segundo Oscar de ator coadjuvante –  valem o filme.

Não tem como não lembrar de Conduzindo Miss Dayse, de Bruce Beresford, com seu delicado filme de 1989 em que trata das mesmas questões: o racismo. Nele vemos uma senhora branca com um motorista negro e em Green Book temos um motorista branco com o patrão negro. O mais bacana do filme é a relação que os dois personagens vão construindo ao longo da viagem pelo sul dos EUA no início dos anos 60. Green Book é baseado em uma história real sobre o livro que mapeava os hotéis onde os negros poderiam dormir. O tema é doloroso e revoltante, mas a direção e a dupla de atores nos apresenta um filme cheio de charme e com boas pitadas de humor.

Falando de Moda e Estilo

Claudia Cordoville

bijouxs de resina

Tendência verão 2019 as bijouxs de resina chegaram desde o ano passado. E quem ainda não aderiu, aproveite.  Certamente, você vai se identificar.

(por http://www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Falando de Moda e Estilo

Solange Mezabarba

A moda nos armários e na rua

Arquitetura, Decoração e Paisagismo

Claudia Cordoville

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Eliana Mora

Eliana Mora. Foto:
Ana Maria Mendes Másala

 

QUASE UM AUTORRETRATO

Estrada
montanha
em cada encosta da montanha
o ombro teu
a sensação de entorpecer
gentil lembrança
a me doer nos ombros
como o braço teu

Sim
essa sou eu

[e meu estilo de pertencer]

Eliana Mora, fevereiro/2016

Art_James Carrol Beckwith

(por www.rioinformal.com/Eliana Mora/)

OBRA DE ARTE E TEXTOS

Quando adormeci, imaginei estar andando num bonito lugar. Onde tudo sorria para mim. Onde pude caminhar sem medo, e encontrar uma árvore. Sentei-me, e disse ali um pequeno poema, e alguns eco/poemas vieram da amplidão. Eu me toquei o quanto precisava retornar aos braços da Natureza. E [quem sabe] ainda conseguir “ver” de novo a real natureza do ser humano. [Eliana Mora, 11/03/2018]
Art_Thomas Cole

(por www.rioinformal.com/Eliana Mora/)

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Lucilia Dowslley

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Márcio Catunda

Agora, 14 de novembro, Márcio Catunda se apresenta em Madrid

Márcio Catunda
Márcio Catunda: Ah! Os Poetas!

El próximo 14 de noviembre, a las 19:30 hrs., en el Café Comercial de Madrid (Glorieta de Bilbao, nº 7), se presentará el nuevo poemario del escritor y diplomático brasileño Márcio Catunda (Fortaleza, 1957): Contemplaciones, publicado bajo el sello de Ediciones Vitruvio como el número 397 de su prestigiosa Colección “Baños del Carmen”. Además del autor, participarán en el evento, con sus palabras introductorias, los poetas Pablo Méndez -en calidad de editor- y Raúl Nieto de la Torre.

En esta nueva obra de su autoría -tercero de sus trabajos que ve la luz en el presente año 2013, tras Paisajes y leyendas de España y Días insólitos-, Márcio ha tenido la amabilidad y generosidad de incluir un retrato lírico a mí dedicado. El poema “Antonio Daganzo, el sobreviviente”, que a continuación reproduzco -y por el que le expreso mi profunda gratitud-, encontró su inspiración directa en la lectura del tercero de mis libros, Mientras viva el doliente, de 2010.

ANTONIO DAGANZO, EL SOBREVIVIENTE

“Al niño, cuyo temprano sufrir atragantaba,
se despeja un cielo de deslumbramiento.
Imaginaba el estandarte final de la refriega.
El miedo enajenado que vulnera
le provoca ansia de desvelar
el misterio de sí mismo.
La vida empecinada se abrió paso al futuro
y el vacío se llenó de astros y angostura.
La nada sempiterna en cada gozo
le hace aprender del aliento.
Encomendarse a las constelaciones
y llevar en su frente el desenfreno de vivir,
en vez de imaginar el estandarte final de la refriega.
Pide al alma la tentación enardecida.
Pone la esperanza en una paz sin temor vano
y la vida se le antoja una madrugada
en la cima indescifrable del tiempo.”

No próximo dia 14 de novembro, às 19:30 hrs., no café comercial de Madrid (Mirante de Bilbao, N º 7), será apresentado o novo poemas do escritor e diplomata brasileiro Márcio Catunda (Fortaleza, 1957 ): Contemplações, postado sob o selo de edições vitrúvio como o número 397 da sua prestigiada coleção “banhos do Carmen”. além do autor, participarão no evento, com suas palavras introdutórias, os poetas Paulo Méndez-na qualidade de editor – e o Raul Neto da torre.

Nesta nova obra de sua autoria-terceiro de seus trabalhos que vê a luz no presente ano 2013, atrás de paisagens e lendas de Espanha e dias insólitos -, Márcio teve a gentileza e generosidade de incluir um retrato lírico a mim. Dedicado. O poema “Antonio Sines, o sobrevivente”, que em seguida reproduzo-e pelo qual lhe expresso a minha profunda gratidão -, encontrou a sua inspiração direta na leitura do terceiro dos meus livros, enquanto viva o enlutada, de 2010.

Antonio Sines, o sobrevivente

” ao menino, cujo cedo sofrer detestava,
Se limpa um céu de brilho.
Eu imaginava o estandarte final da luta.
O medo alienado que desrespeita
Lhe provoca ânsia de desvendar
O mistério de si mesmo.
A vida adormecida se abriu passo para o futuro
E o vazio se encheu de astros e angostura.
O nada eterna em cada gozo
Faz-lhe aprender com o fôlego
Confiada às constelações.
E levar na sua frente o deboche de viver,
Em vez de imaginar o estandarte final da luta.
Pede à alma a tentação enfurecida.
Coloca a esperança em uma paz sem temor vão
E a vida se lhe apetece uma madrugada
No topo indecifrável do tempo.”

Ah! Os Poetas!

Alexandra Vieira de Almeida

Poesia e Literatura

Cristina Lebre

Desassossego

“Penso sempre, sinto sempre; mas o meu pensamento não contem raciocínios, a minha emoção não contem emoções.  Estou caindo, depois do alçapão lá de cima, por todo o espaço infinito, numa queda sem direcção, infinitupla e vazia.  Minha alma é um maelstrom negro, vasta vertigem a roda de vácuo, movimento de um oceano infinito em torno de um buraco em nada, e nas águas que são mais gyro que águas boiam todas as imagens que vi e ouvi do mundo – vão caras, casas, livros, caixotes, rastros de música e syllabas de vozes, num rodopio sinistro e sem fundo. “Fernando Pessoa, em “O Livro do Desassossego”.

Penso sempre, sinto sempre e fico a admirar a capacidade de descrever o desassossego da alma como Pessoa o fez.  A alma agoniza na correnteza complexa dos sentimentos, emoções e raciocínios que perseguem o poeta.  Modo de vida, duelo de pensamentos.  E assim compartilho o desassossego meu de um dia:

DESASSOSSEGO

A vida é um poema. Longa e difusa poesia

imersa em fusos, rimas, versos e prosas

paixões e lamentos.

Um aeroporto,

onde habitam abraços de boas vindas

beijos molhados de lágrimas,

e doloridas despedidas.

Rotinas e sustos

enredos, enlaces,

e curvas fechadas, crepúsculos coloridos,

e chuvas que parecem eternas.

A vida é uma lira

três, cinco, sete notas,

refrões e desatinos,

pausas e retomadas,

ópera inconclusiva.

Viver é nada além de atravessar

estreitos fachos de luz a adornar

o contorno de corpos;

a alegria do levantar de copos

o desespero da fome

e da partida:

o amor, tragédia inequívoca,

o encanto, esse brilho que um dia

acarinha os olhos.

A vida é um filme

um longa na grande tela

um caminhar pelo deserto

a enfrentar perigos

e aproximar presenças.

Viver é esperar Sua volta

te ouvir no grito da gaivota

te ver no pavor do parto.

Um livro

feito de capítulos inacabados

obra perfeita em suas contradições

e dias sempre diferentes.

Como o sol sucede a chuva

a morte sucede a vida

que se esvai pela correnteza

e clama por novos começos

lisos dorsos, nascimentos.

Sucessão de páginas que viram e formam

roteiros nem sempre coerentes.

A vida é um sorriso

um aceno

um balaio de perdas

de doces adeuses

e faces tensas

ausentes na multidão.

Viagem longa, por vezes curta

voos rasantes e quedas plenas

e dores, tristezas,

e demorado gozo

e espalhafatosas gargalhadas.

Grande e pequena

a vida é ilusão

um truque de mágica

um jogo de azar

um braço estendido

e mãos fechadas;

um veneno que mata

todos os dias

em doses pequenas

disfarçado de açúcar.

@CristinaLebre – 10.02.19

(por www.rioinformal.com/cristina-lebre/)

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