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Rio Informal, a Revista de arte, cultura, cidadania e estilo de vida

Direto ao assunto. Escolha abaixo sua preferência e clique para ver

WORKSHOP de férias 20/07 , Sábado de 9 às 16h .
Escultura em argila , figura humana  , da modelagem  a preparação  da peça para o forno . 5 Vagas.
Ateliê Pendotiba
Rua Leonardo da Vinci  151
Jardim América 
Niterói RJ
Maiores informações  21 997092414. INVESTIMENTO R$  150,00.

… O filme sobre a vida de Elton John me surpreendeu pois eu não sabia nada sobre ele além das canções que eu conhecia (quase) todas. Sabia também sobre seu talento com o piano, sobre a coleção de óculos extravagantes e que era amigo da Elizabeth Taylor. Jamais imaginei que ele tivesse um passado tão barra pesada com as drogas…

…E o verso cantou.
Passou por mim abalado
meio sem ar 
e cansado
sem conseguir respirar…

Art_Michelangelo-Caravaggio

O Sol em Câncer reflete um princípio de recepção, que se traduz em um momento de sensibilidade e envolvimento, onde ligações por laços e vínculos emocionais se tornam mais importantes. Tudo que diz respeito à memória, ao passado, bem como a ligações familiares, nossa origem, nossa família, onde nascemos, estão ativados. A família está no foco das atenções assim como a casa, tanto presente como passada, com todos seus assuntos domésticos.

…Assim, quem está vindo morar em Portugal deve ir guardando algumas dicas de gírias e expressões que podem ajudar a não ficar à deriva em um diálogo:  “banheiro” aqui é “casa de banho”, “ônibus” é “autocarro”, “celular” é “telemóvel”, “vitrine” é “montra”, casca de pão é “côdea”, “digitar” é “primar” e “tomada”, de eletricidade, é “ficha”.  “Autoclismo” é descarga de vaso sanitário, e “ao vivo” é “em direto”.

Salas de Estar, Cozinhas, Quartos de Casal. Nos estilos, rústico, French Style, Farm, Contemporânio, Cottage Chic e muito mais…Escolha o seu.

…Noutra ocasiao, durante um almoço de comemoração de aniversário das reuniões do Sabadoyle, no restaurante Porcão, sentei-me, outra vez, ao lado de Drummond. Perguntei-lhe se ele acreditava na existência de uma energia cósmica que rege o universo. Ele disse que sim. Que, nesse sentido, e com essas características, ele acreditava que existia um Deus. Mas só com essa exata compreensão. Nesse dia, Drummond não quis comer carne e os amigos pediram «um franguino » para o poeta.Também, nesse dia, fui fotografado ao lado do poeta maior, numa imagem em que aparece também a filha de Plinio Doyle, a Sônia Doyle, que era então funcionária do Itamaraty. Publiquei essa foto, com a autorização de Drummond, na contracapa um livro meu. E, na sequência, mantive correspondência com ele durante alguns meses…

…No ada.vc, um site onde mulheres escrevem sobre tecnologia e sobre mulheres na tecnologia publicou uma matéria por ocasião do 8M que me chamou atenção . É sobre mulheres brasileiras que trabalham, pesquisam e se ajudam coletivamente para divulgar e proteger iniciativas em TI constituídos por elas,  que é estão espalhadas, e abrigadas, em comunidades no Brasil e pelo mundo ….

…o animal de todos nós tem compromisso absoluto com a preservação, seja ela obtida através do ato de preservar ou de mudar. O que significaria a mudança?  

Acontece

Oi galera! Você está realizando um evento, um projeto, um curso uma idéia? Então… manda pra mim, com seu release e foto para divulgarmos aqui na minha sala “Acontece”. Espero contar sua novidade aqui na Revista Rio Informal!!! 😊. Mande email para rioinformalcontato@gmail.com

Agenda Audio Rebel Julho 2019

03/07 Lord Maracanã + Djangos Uma noite em clima jamaicano com dois shows na Audio Rebel. As bandas Lord Maracanã e Djangos apresentam seus respectivos shows, embalados por reggae, ska,…

Salas

Empreendedorismo

Mara Cecília

Mulheres na Tecnologia

Coletivos se espalham pelo mundo para proteger as iniciativas femininas.

 No ada.vc, um site onde mulheres escrevem sobre tecnologia e sobre mulheres na tecnologia publicou uma matéria por ocasião do 8M que me chamou atenção . É sobre mulheres brasileiras que trabalham, pesquisam e se ajudam coletivamente para divulgar e proteger iniciativas em TI constituídos por elas,  que é estão espalhadas, e abrigadas, em comunidades no Brasil e pelo mundo. Vou reportar o que a matéria trazia, resumidamente, em exemplos de coletivos e iniciativas que trilham este caminho.

 A comunidade WoMakersCode  abre seu site dizendo “Empoderar é o primeiro passo para novas revoluções” e na breve descrição apontam: “ Queremos juntas, construir e promover ferramentas e conhecimentos necessários para o crescimento pessoal e profissional”. Trata-se de “uma iniciativa sem fins lucrativos, que busca o protagonismo feminino na tecnologia, através do desenvolvimento profissional e econômico”, fundado em 2015, no interior do Rio Grande do Sul, segundo o site. Tem como missão capacitar mulheres para o mercado, tratar com empresas do setor sobre a promoção, retenção e contratação de mulheres e “construir uma comunidade onde o networking e o mentorship sejam base de transformação.

 O Elas Program, por exemplo, é um grupo fechado no Facebook que tem como objetivo “conectar mulheres que querem entrar na área de TI com quem já atua no mercado para que juntas se fortaleçam.” No grupo você pode encontrar vagas para emprego, cursos, workshops na área, projetos e artigos de outras comunidades feministas que vão além da rede social.

Estes são dois exemplos que o Ada.vc nos oferece e, tem também, a PyLadies Brasil, que já mapeou ao menos 23 núcleos onde estão inseridas mais de 500 mulheres, segundo Ana Clara Mendes, em entrevista ao ada.vc.  Ana Clara nos conta como os grupos se formam e deixa claro que o mercado é masculino, como sabemos, mas estamos em franca mudança.

 Estas iniciativas nos apontam os caminhos que temos a percorrer e que com parceria e coletivamente podereis abrir frente e soluções diante das dificuldades que ainda existem no nosso mundo tão masculinizado.

 Mara Cecília.

22/03/2019.

(por www.rioinformal.com/mara-cecilia/)

Vamos Viajar?

Leco Possollo

¡Hola México!

Em geral, temos a tendência de fazer uma imagem um pouco caricata do México e dos mexicanos, com sombreros, muita pimenta, mariaches e outras cossitas más… Mas não foi só o que encontrei em Mérida, a capital do distrito de Yulcatán, muito pelo contrário. Encontrei uma cidade com uma arquitetura bem acolhedora e que muito me lembrou, por razões óbvias, as ruas da Califórnia, principalmente de San Diego. As ruas tem um asfalto impecável de excelente qualidade e suportam uma frota de muitas pick-ups e carrões, afinal, grande parte da frota americana é produzida em terras mexicanas. A equipe técnica foi de uma simpatia e cordialidade enorme e, pra minha surpresa, o técnico que me auxiliou disse já me conhecer e me acompanhar em algumas redes sociais, adorei… Depois do nosso show fomos buscar algo pra comer e os locais nos indicaram um lugar que abriga vários quiosques com variadas especialidades, o Mercado 50, acabei comendo um super Burger muito bom e uma cervejinha pra acompanhar. De repente começa uma banda a tocar uns blues e rocks muito bons e o que mais chamou a atenção foi o som, muito simples e muito bem adequado ao lugar, sem agredir e com arranjos muito bacanas. Na manhã seguinte, depois de um farto café da manhã, seguimos, por indicação dos amigos do som, pra conhecer um Cenote, Zona Arqueológica de Dzibilchaltún, formações geológicas com água muito limpa e agradável. Os Cenotes foram estudados por Jacques Cousteau e acabaram virando tema de filme, o que nós fomos conhecer fazia parte de um sítio arqueológico com templos dos Mayas, o que foi uma grande coincidência, pois acabávamos de perder nosso grande Arthur Maia, meu amigo de tão longa data. Ficaram as lembranças de momentos memoráveis e incontáveis histórias. Na tarde daquele mesmo dia fomos ao centro histórico de Mérida conhecer a cidade e comprar algumas lembranças. As caveiras são muito tradicionais no país todo e é curioso como eles lidam com a morte de uma forma lúdica e divertida. Em resumo, recomendo demais uma visita e até mesmo uma temporada pra morar no México. Voltamos via Acapulco e Panamá pela Copa Air como na ída. ¡Olé!

 

(por www.rioinformal.com/leco-possollo/)

Astros e Estrelas

Angela Nunes

Solstício de Inverno do Hemisfério Sul – Sol no signo de Câncer

Estamos no Solstício de Inverno do Hemisfério Sul – o que na prática significa dizer que houve uma mudança de estação: estamos no inverno. Nessa época, os dias ficam mais curtos e as noites mais longas no hemisfério sul. No hemisfério norte é o contrário. Mas o que significa essa palavra “Solstício”? A palavra solstício vem da composição das palavras em latim sol + sistere, que significa “sol que não se mexe”. Realmente, visto da Terra, ele parece “parado” por três dias, inclinado no céu para a direção norte, para depois então retomar o seu movimento de volta ao sul – isto é quase imperceptível pra nós, no nosso dia a dia. Porém, sentimos sim a diferença na quantidade e qualidade da luz, na sensação térmica (mais ou menos calor/frio) e na altura do Sol no céu. Se formos atentos, perceberemos que o arco que o Sol descreve no céu durante o dia é muito mais inclinado no inverno do que no verão, quando ao meio-dia ele estaria à pino – ou zênite. Já no inverno, ao meio dia ele está inclinado para o norte. São efeitos da inclinação da Terra em sua viagem em torno do Sol. Pode não parecer muito importante saber disso, mas é uma questão de consciência maior de que viajamos pelo espaço numa nave mãe chamada Terra, em torno de uma estrela que chamamos de Sol. E que o Sol, com seus planetas, está no braço externo de uma galáxia que chamamos de Via Láctea. Saber disso é uma questão de conhecer nosso endereço cósmico, e estar sincronizado com o Cosmo ao qual pertencemos. Isso não resolve os “porquês” mas aumenta nossa capacidade de percepção, abre a nossa mente.   

Este movimento do Sol, que gera as estações, é aparente, sendo na verdade o movimento da Terra em torno do Sol durante o ano. Devido ao fato da Terra girar inclinada sobre seu eixo (ver figura), isso faz com que os hemisférios norte e sul, ao longo de uma órbita completa da Terra, recebam quantidades diferentes de luz solar, diretamente proporcional a cada época do ano – o que dá origem às estações.

E o que a Astrologia tem a ver com isso? Os quatro pontos onde a linha da eclíptica (o Sol em seu caminho pelo céu) corta o equador (ver figura) são onde há uma mudança de estação – que são quatro: dois equinócios e dois solstícios. Esses pontos estão associados ao Ano Astrológico, através de seu início – Áries, no dia 22/03 – e aos outros três signos que compõem a Cruz Cósmica: Câncer, Libra e Capricórnio, de modo que são pontos astronômicos e astrológicos, o que liga a Astrologia ao céu e à natureza. Além disso, na ocasião em que estamos – inverno no hemisfério sul e verão no hemisfério norte – o Sol inclina-se para o norte na direção do Trópico de Câncer (ver figura), que é um paralelo situado acima da linha do equador na latitude 23,4372°N. A denominação do trópico está associada ao signo no qual o Sol percorre nesta época – signo de Câncer. Os outros signos que compõem a Cruz Cardinal são Áries, Libra e Capricórnio.

O Sol em Câncer reflete um princípio de recepção, que se traduz em um momento de sensibilidade e envolvimento, onde ligações por laços e vínculos emocionais se tornam mais importantes. Tudo que diz respeito à memória, ao passado, bem como a ligações familiares, nossa origem, nossa família, onde nascemos, estão ativados. A família está no foco das atenções assim como a casa, tanto presente como passada, com todos seus assuntos domésticos. O sentimento que une as pessoas por seu passado e uma história em comum se sobressai nessa época, trazendo à memória lembranças e recordações de pessoas e lugares por onde passamos, de onde viemos.                 

 

 

Signo de Câncer:

Planeta regente:aLua

Período: 21/06 a 22/07

Elemento: Água (sentimento)

No corpo humano Câncer rege:útero, seios, estômago, ventre

Palavras-chave do signo:mãe, família, passado, origem, ninho, casa, proteção, memória, álbum de fotografias

Símbolos:o caranguejo, a ostra, a concha

Cores: rosa, bege-rosado, branco, branco-levemente prateado

Pedras: pérola, quartzo branco, pedra-da-lua, cristal branco, madrepérola

Metal: prata, platina

Plantas:alface, melancia, melão e todas as plantas que crescem na água

Flores:rosa branca, rosa chá, rosa cor-de-rosa, madressilva, lírio branco

Ervas: artemísia (ajuda a renovar os ânimos), em banhos e chás; camomila, pela ação calmante e digestiva.

Aromaterapia:aromas de rosa (contra tensão nervosa) e violeta (desperta autoconfiança)

Relacionamento:mais fluente com Peixes e Escorpião, Touro e Virgem

Cancerianos famosos: Gisele Bündchen, Ana Paula Arósio, Princesa Diana, Tom Hanks, Sônia Braga, Isabelle Adjani, Jerry Hall, Tom Cruise, Meryl Streep

Vídeo:

“Meu Pequeno Cachoeiro” – Roberto Carlos

https://www.youtube.com/watch?v=GeabH5T520g

 

 

 

 

 

 

Angela Nunes

27/06/2019

(por www.rioinformal.com/angela-nunes)

Que Belas, as Artes!

Silvio Tendler

A Arte do Documentário

ALMA IMORAL – Longa e série de SILVIO TENDLER, baseado no livro do rabino NILTON BONDER

Nilton Bonder afirma: o animal de todos nós tem compromisso absoluto com a preservação, seja ela obtida através do ato de preservar ou de mudar. O que significaria a mudança? Quais regras e tradições são fundamentais para a vida da humanidade? Quais devem ser repensadas e traídas, para provocar a mudança e, portanto, a preservação da humanidade? Quem é o traidor-impulsionador? Quem é o traído-conformista? Qual norma deve ser superada para que a vida se mantenha? Que tradições devem ser enfrentadas para a continuidade dos seres humanos?

Dedo na Ferida

A Arte do Sabor

Maria Julia Ferreira, Ju

A Arte do Sabor

Marcelo Igrejas

A Arte do Sabor

Felipe Ventura

Cervejas, Vinhos e Drinks

Rio Informal, a Revista de arte, cultura, cidadania e estilo de vida

Que Belas, as Artes!

Rodrigo Saramago

A Arte da Escultura

Sereias em terracota

Esculturas em bronze

Veja o vídeo. Chegue por lá.

Que Belas, as Artes!

Cavi Borges

A Arte do Cinema

Que Belas, as Artes!

Sergio Pagano

A Arte da Fotografia

Photography

Gastronomia

Capas de Livro

Que Belas, as Artes!

Mario Casal

A Arte da Fotografia

Que Belas, as Artes!

Paulo Eugenio

A Arte da Fotografia

Dia da Fotografia

Paulo Eugenio homenageia…

Dia Internacional da Fotografia

Selecionar imagens para o Dia Internacional da Fotografia não é tarefa fácil. São muitos quesitos a serem levados criteriosamente em conta. É tão difícil quanto escolher suas músicas preferidas de todos os tempos, ainda mais para quem já passou dos 30. Para facilitar, o critério aqui escolhido foi memorial, esses trabalhos foram os primeiros que lembrei para a postagem. Ficou mais fácil num domingo ensolarado. Temos o brilhante retrato de Patti Smith feito por Robert Mappletorne para o fantástico disco Horses, o beijo encenado em “Le baiser de l’Hôtel de Ville” de Robert Doisneu e a belíssima série de fotos “The Algiers”, de David Claerbout onde 50.000 fotografias foram registradas e 600 escolhidas para retratar a felicidade em movimento que vemos nas imagens.

Retrato de Patti Smith feito por Robert Mappletorne para o fantástico disco Horses

O beijo encenado em “Le baiser de l’Hôtel de Ville” de Robert Doisneu


“The Algiers”, de David Claerbout onde 50.000 fotografias foram registradas e 600 escolhidas para retratar a felicidade em movimento

Sala de Cinema

Paulo Libonati

OSCAR 2019

Paulo Libonati: Crítico de Cinema

 O grande vencedor – Green Book – não era o filme favorito, mas não se pode deixar de reconhecer suas qualidades e nem dizer que não era merecedor. Fala de coisas que não são mais levadas em conta atualmente, como amizade, companheirismo, respeito às diferenças.

 Os dois atores, Viggo Mortensen e Mahershala Ali,  são excelentes e foram, respectivamente, indicados a melhor ator e melhor ator coadjuvante, sendo que este último ganhou a estatueta.

 Bohemian Rapsody , também indicado para melhor filme, emplacou o prêmio de melhor ator para Rami Malek pela interpretação de Fred  Mercury: um trabalho muito cuidadoso, feito com  afinco e grande vontade de acertar. Foi justamente recompensado.

Outros concorrentes, como Christian Bale, também mereciam a estátua, mas….

A vencedora de melhor atriz , Olivia Colman,  que deu vida à rainha da Inglaterra, num reinado curto e desastrado mereceu o prêmio, embora Lady Gaga, que concorria por Nasce uma Estrela, tenha sido a grande atração da noite, cantando com Bradley Cooper a canção que ganhou o Oscar.

 Glenn Close, com seu maravilhoso vestido que pesava mais de vinte quilos, mais uma vez não conseguiu levar a estatueta pra casa, embora sua interpretação, sempre correta como sempre, não foi a melhor das outras que lhe valeram as seis indicações anteriores mal sucedidas. Foi injustiçada em Atração Fatal, mas a Academia ainda vai lhe render a homenagem que merece.

Sobre a ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante, Regina Cole, pelo filme Se a Rua Beale Falasse, não posso tecer nenhuma comentário, pois ainda não assisti o filme que só entrou em cartaz aqui no Brasil esta semana.

 A cerimônia durou menos tempo do que o normal, fato que agradou o público,  tendo em vista o aumento em mais de 15% na audiência em relação ao ano anterior.

 Não senti tanto a falta de um mestre de cerimônias, que geralmente faz muita graça, contando piadas de gosto bem duvidoso e  americano , fazendo com que a duração do espetáculo se estenda desnecessariamente.

 Roma, que concorria como melhor filme e melhor filme estrangeiro, ganhou nesta última modalidade, mas, particularmente torcia por Guerra Fria, embora não seja apreciador de filme preto e branco, pois acho que o colorido não tira o brilho cultural do filme.

 O diretor de Roma, Alfonso Cuáron, ganhou a estátua, uma das mais importantes do evento.

 Outras categorias como  maquiagem, efeitos sonoros, curta metragem, animação, etc etc foram agraciadas , e geralmente as equipes ganhadoras, falam a mesma coisa na hora do agradecimento, não condizente com o talento de cada um, pois são palavras dirigidas ao apoio de familiares.

(por www.rioinformal.com/Paulo Libonati/)

Sala de Cinema

Teresa Souza

Rocket Man

Teresa Souza: Crítica de Cinema

Rocketman é mais um dos filmes biográficos sobre a vida de algum cantor(a) pop. Sempre são bons filmes com músicas incríveis e interpretações memoráveis. Claro que alguns melhores que os outros.  O filme sobre a vida de Elton John me surpreendeu pois eu não sabia nada sobre ele além das canções que eu conhecia (quase) todas. Sabia também sobre seu talento com o piano, sobre a coleção de óculos extravagantes e que era amigo da Elizabeth Taylor. Jamais imaginei que ele tivesse um passado tão barra pesada com as drogas. Uma enorme timidez em criança e uma família homofóbica horrorosa – salvando a avó – nos faz entender as alternativas encontradas por Elton, principalmente no meio do show business. O ator inglês Taron Egerton, que interpreta Elton adulto é genial. Para quem gosta das canções do ícone pop Elton John, vai se deliciar com o filme. Imagino que o diretor britânico Dexter Fletcher tenha se favorecido da licença poética para algumas cenas e que vale a pena assistir, o filme é vibrante.

Falando de Moda e Estilo

Claudia Cordoville

DAY CLUTCH

Perfeitas para todas as ocasiões.

Da Praia para a Cidade…….Sempre atual…….escolha a sua.

Use já.
Fonte: Pinterest

(por https://www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Falando de Moda e Estilo

Solange Mezabarba

A moda nos armários e na rua

Arquitetura, Decoração e Paisagismo

Claudia Cordoville

Tendências no Decor 2019

Claudia Cordoville: Moda

Salas de Estar, Cozinhas, Quartos de Casal. Nos estilos, rústico, French Style, Farm, Contemporânio, Cottage Chic e muito mais…Escolha o seu.

Fonte: Pinterest
(por www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Eliana Mora

Eliana Mora. Foto:
Ana Maria Mendes Másala

 

A CONSTRUÇÃO QUE ACONTECE

E o verso cantou.
Passou por mim abalado
meio sem ar
e cansado
sem conseguir respirar.

Mas veio um vento esquisito
com um frio de emoção
e ele, fortalecido
escreveu uma canção

Eliana Mora, 18/12/18

OBRA DE ARTE  E TEXTOS

Meus olhos não enxergavam mais nada. As pernas doíam, doíam muito. E eu quis olhar, quis andar, tudo o que não podia. Foi aí que percebi que o querer fala mais alto. Até canta. Por vezes grita. E que bom que ele é tão desobediente, que bom!! [Eliana Mora, El, 01/6/19]

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Lucilia Dowslley

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Márcio Catunda

ETERNIDADE HUMANA por Márcio Catunda. (Prefácio de Ernesto Flores)

Márcio Catunda. Poeta e Escritor

(Prefácio de Ernesto Flores) Poucos poetas têm tido a dedicação que Márcio Catunda vem tendo em preservar patrimônios da poesia, através da transmissão das idéias de grandes poetas contemporâneos. Tal dedicação à memória dos seus confrades vem de sua convicção no ideal de fraternidade entre os poetas, que devem ser exemplos de vida, por tudo quanto podem aprender e ensinar através da arte divinatória da poesia. Também o inspira a admiração pela figura mítica do poeta — um indivíduo que se destaca por expressar a linguagem do belo e do insólito. Um porta-voz da verdade e dos ritmos da palavra, o Verbo das origens. Para iniciar o seu trabalho de divulgação da poesia através de seus adeptos, escolheu dois dos mais lídimos representantes da arte de versejar: Gerardo Mello Mourão e José Alcides Pinto, tracando-lhes o perfil, realçando-lhes o caráter peculiar, a convicção com que desempenham suas missões, as excentricidades e exotismos de seus gestos diante da vida e as suas virtudes humanas:

Eternidade Humana

generosidade, solidariedade com os amigos, mas também a irreverência de ambos, quando têm motivo para mostrá-la. A coincidência de muitas características entre os dois bardos aqui estudados justifica reuní-los no primeiro volume de “Na Trilha dos Eleitos”. Conterrâneos e colegas de Márcio Catunda, Gerardo Mello Mourão e José Alcides Pinto merecem, pela obra e pela dignidade pessoal, o enaltecimento de suas qualidades literárias e humanas. Trata-se de um resgate de valores de duas personalidades formadoras da cultura e da alma nacionais. Estou certo de que o leitor, quando começar a ler este livro, concordará com o meu testemunho favorável ao autor, pela feliz idéia de expor, com talento, a autenticidade e a coragem com que os dois altos poetas vivem e expressam seus lúcidos pensamentos. As extraordinárias características de Gerardo Mello Mourão e José Alcides Pinto justificam a homenagem que lhes presta Márcio Catunda. O melhor de tudo, porém, é que a explicitação das lições de vida e do talento dos dois poetas se faz com grande senso de humor, num estilo que certamente agradará os leitores. O que considero interessante nos dois textos aqui apresentados, “José Alcides 3 Pinto: Demônio Iluminado” e “Gerardo Mello Mourão: Poeta Oracular”, é que configuram um gênero híbrido de biografia, crônica e análise literária, daí a sua originalidade. Resta convidar o leitor a ingressar no universo fascinante da vida e das idéias dos dois poetas.   

MEMÓRIAS DO SABADOYLE

Márcio Catunda
Márcio Catunda: Ah! Os Poetas!
No ano de 1982, convenci meus pais de que eu precisava estudar no Rio de Janeiro para fazer o concurso do Instituto Rio-Branco. O Rio de Janeiro significava pra mim uma espécie de viagem transatlântica, nos tempos da Idade Média, a um Continente cheio de ouro e, em vez de silvícolas, espíritos iluminados.

Fiquei pouco tempo no Rio. De fevereiro a maio de daquele ano venturoso. Estudei, nesse período, num curso preparatório, no Cosme Velho, dirigido pelo Ministro Henrique Mesquita, um diplomata aposentado.
Voltei ao Ceará no final de maio, para continuar estudando até ser aprovado em 1983 e viajar para Brasília, para começar o curso do Instituto Rio-Branco em 1984.
Durante os três meses e pouco, em que estive no Rio, consegui multiplicar os minutos e visitar diversos grandes escritores na cidade. Gerardo Mello Mourao foi o primeiro que visitei. Eu já o conhecia de Fortaleza. Munido de cartões de apresentação, que o poeta José Alcides Pinto, querido amigo e mestre, que havia morado no Rio, me proporcionou, vistei seus três principais amigos: José Louzeiro, Assis Brasil e Joaquim Inojosa. Visitei outros grandes escritores, inclusive Rachel de Queiroz, no Leblon, a quem entreguei um bilhete assinado pelo imenso bardo Jáder de Carvalho, também meu mestre em Fortaleza. E fui à casa de Lêdo Ivo, em Botafogo, desta feita sem qualquer documento de apresentação, exceto um livrinho que eu havia editado no Ceará e uma antologia dele, que Lêdo me autografou. Só depois de muito tempo é que me tornei muito amigo dele. Mas essa é outra história, que contarei depois.
Pois bem. Acontece que Joaquim Inojosa era amigo de Carlos Drummond de Andrade, que sabia escolher bem as amizades, e de Plínio Doyle, o famoso bibliotecário que morava em Ipanema e reunia grandes intelectuais em seu apartamento, todos os sábados (daí Raul Bopp haver inventado a palavra Sabadoyle). Inojosa era um gentleman, mais do que um homem cordial: era generoso e magnânimo. E simpatizou comigo. Quando o visitei, em seu apartamento em Copacabana, ele prometeu que me levaria à casa de Plínio Doyle, para que eu conhecesse Carlos Drummond de Andrade, meu ídolo.
Dito e feito. Fui, levado por ele, ao apartamento de Plinio, na rua Barão de Jaguaribe, 74, em Ipanema. Uma residência cheia de estantes e livros na salas e nos quartos. Era na sala, com muitos sofás, que se sentavam e concersavam, durante horas a fio, tomando café ou chá, com biscoitos, não apenas Drummond e Inojosa, mas também Gilberto Mendonça Telles (de quem me tornei grande amigo), Homero Homem (que me levou à sua residência no Leblon, em três ocasiões), Mário da Silva Brito, Afonso Arinos de Mello Franco, Pedro Nava, Américo Jacobina Lacombe, Homero Senna, José Bonifácio Rodrigues, Maximiano de Carvalho e Silva, Melilo Moreira de Mello (que era diplomata e me apresentou, depois, às irmãs de Vinicius de Moraes), entre outros.
Fui cerca de cinco a dez vezes àquelas reuniões, e, em duas ocasiões, sentei-me ao lado de Carlos Drummond de Andrade. Na primeira vez, aproximei-me com cautela, porque o poeta era concentrado e não olhava muito pros lados. Com delicadeza, disse que o admirava e lhe fiz algumas perguntas. Ousadamente, perguntei se ele acreditava na inspiração, já que o João Cabral andava negando essa faculdade emocional dos poetas. Ele afirmou que acreditava. E. inclusive, notava que, quando inspirado, o corpo mudava a temperatura, sentia uma espécie de calor, como um fenônemo biológico. Perguntei, então, se ele usava algum método artificial para se concentrar melhor na hora de escrever. Se ele fazia algum exercício, do tipo yoga, por exemplo. Ele disse que não. E, surpreendentemente, confessou que, na juventude, havia experimentado cocaína, uma só vez, com Manuel Bandeira, mas nem ele nem o Bandeira haviam repetido a experiência. Em seguida, o grande C.D.A., que era arredio e tinha fama de ser tímido, desandou a falar. Disse que Jorge de Lima, apesar de ser um grande poeta, era um imitador de Virgílio e que Invenção de Orfeu era uma espécie de pastiche do grande romano. «Aliás, os romanos já escreveram tudo no tempo do Virgílio. Nós, agora, o que fazemos é repetir o que já foi escrito por eles», acrescentou, bem-humorado, o mestre, o renomado autor de Claro Enigma, que era, efetivamente, a esttrela maior do Sabadoyle.
Noutra ocasiao, durante um almoço de comemoração de aniversário das reuniões do Sabadoyle, no restaurante Porcão, sentei-me, outra vez, ao lado de Drummond. Perguntei-lhe se ele acreditava na existência de uma energia cósmica que rege o universo. Ele disse que sim. Que, nesse sentido, e com essas características, ele acreditava que existia um Deus. Mas só com essa exata compreensão. Nesse dia, Drummond não quis comer carne e os amigos pediram «um franguino » para o poeta.
Também, nesse dia, fui fotografado ao lado do poeta maior, numa imagem em que aparece também a filha de Plinio Doyle, a Sônia Doyle, que era então funcionária do Itamaraty. Publiquei essa foto, com a autorização de Drummond, na contracapa um livro meu. E, na sequência, mantive correspondência com ele durante alguns meses. Ainda guardo os cartões que ele me escreveu, numa gaveta, depois de mais de dez mudanças em diferentes cidades e países.
No dia Primeiro de Maio de 1982, acho que na quarta ou quinta vez que ali compareci, Plínio Doyle me pediu que escrevesse a ata da reunião. As atas eram informais, como os próprios encontros. Em razão da informalidade e da boa índole dos frequentadores, a redação de atas era uma brincadeira lúdica, diferente de atas de instituições burocráticas oficiais. Podia ser em prosa ou em verso. O ritual do Sabadoyle era uma coisa desprentensiosa, embora o anfitrião tivesse plena certeza de que estava fazendo história, porque reunia ali alguns dos cérebros mais brilhantes do Brasil. Então ele resolveu me colocar na brincadeira dos maiores. Em todas as oportunidades em que estive em seu domicílio, na companhia daqueles grandes escritores, sempre me senti à vontade. Eram todos mais velhos do que eu, mas eles me faziam sentir como se estivesse entre os de minha geração.
Pois a ata tinha, como única obrigação, mencionar os nomes dos presentes no respectivo sábado. Eu fiz um rascunho de um cordel, na véspera e ao chegar, cumprimentei os presentes, escutei as primeiras conversações deles, anotei os nomes dos que haviam comparecido e fui levado a um quarto da casa, onde havia um escritório, com estantes de livros. Ali terminei de escrever o texto em cordel. Fiz de conta que havia escrito tudo na mesma hora. E fui convidado a ler o texto. Quando li os versos, rimados à maneira nordestina, eles me felicitaram e, daquele dia em diante, passaram a mostrar mais estima por mim, dando-me ainda mais atenção.
Minha ata recebeu o número 463 e teve duas edições, a cargo de Homero Senna. A primeira, num folhetinho de cordel, e a segunda num livro, entre outras atas de frequentadores da confraria.
Hoje em dia, parece que só resta Gilberto Mendonça Teles daqueles que conheci por lá. Ele é, talvez, a única a memória viva daqueles encontros, que, por ventura já foram registrados em algumas publicações.

Ah! Os Poetas!

Alexandra Vieira de Almeida

Poesia e Literatura

Cristina Lebre

DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA:  ESSENCIAL PARA BRASILEIROS E PORTUGUESES

Muita gente que pensa em emigrar escolhe Portugal também pela semelhança da Língua.  Parece que falar o mesmo idioma pode deixar tudo mais fácil. Parece. Nem sempre nos entendemos.  

Há algum tempo venho recolhendo palavras, expressões e gírias faladas aqui, e seus similares no Português do Brasil.  Sim, essa é uma das primeiras diferenças que compreendi depois que atravessei o oceano. Existe o Português de Portugal e o Português do Brasil.  E há diversas ocasiões em que eles são muito, muito diferentes. A ponto de não se entender nada mesmo. É interessante. É cultura. É conhecimento.

O Português português não adota consoantes juntas, a não ser que ambas sejam pronunciadas.  Assim, “aspecto” por aqui é “aspeto”, “perspectiva” é “perspetiva” e “recepção” se escreve e se fala “receção”.  Em outros casos foi o Português brasileiro que retirou as ditas cujas, como em “fato”, que para o lusitano continua sendo “facto”, e “indenização”, que por aqui permanece “indemnização”. Por que?  A gramática e as culturas guardam mistérios que só a gente estudando muito, e às vezes nem assim conseguimos dominar a dinâmica de cada povo.

Assim, quem está vindo morar em Portugal deve ir guardando algumas dicas de gírias e expressões que podem ajudar a não ficar à deriva em um diálogo:  “banheiro” aqui é “casa de banho”, “ônibus” é “autocarro”, “celular” é “telemóvel”, “vitrine” é “montra”, casca de pão é “côdea”, “digitar” é “primar” e “tomada”, de eletricidade, é “ficha”.  “Autoclismo” é descarga de vaso sanitário, e “ao vivo” é “em direto”.

Há também gírias muito faladas que podem ser surpresas para os brasileiros recém-chegados.  “Todo mundo” pra nós é “toda a gente” pra eles,“mouse” para nós é “rato” pros portugueses (aliás, muito mais certo do que ficar usando palavras do inglês) e “muito legal “ é “giro”.

Embora os portugueses, muitas vezes, “comam” as últimas sílabas, e a pronúncia do brasileiro pareça mais correta, a conjugação dos verbos do Português de Portugal parece mais literal e bonita.  Pois não é muito mais belo dizer “estou a escrever” do que “estou escrevendo”? O infinitivo é, definitivamente, bem mais elegante do que o famigerado gerúndio. E não há professor que discorde, nem muito menos linguista.

Bem, esses são apenas alguns exemplos de diferenças entre o Português brasileiro e o português.  Talvez caibam outras colunas a apontar mais “traduções” de Portugal para o Brasil e vice-versa. Porque a linguagem é um instrumento vivo, operado por seres humanos, em lugares e modos de vida distintos.  E é bonito de se ver, ouvir, e falar. Como gente a brilhar, não a morrer de fome.

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Cristina Lebre é autora dos livros “Olhos de Lince” e “Marca D’Água”, à venda diretamente pelo e-mail lebre.cristina@gmail.com

(por www.rioinformal.com/cristina-lebre/)

… O filme sobre a vida de Elton John me surpreendeu pois eu não sabia nada sobre ele além das canções que eu conhecia (quase) todas. Sabia também sobre seu talento com o piano, sobre a coleção de óculos extravagantes e que era amigo da Elizabeth Taylor. Jamais imaginei que ele tivesse um passado tão barra pesada com as drogas…

… O filme sobre a vida de Elton John me surpreendeu pois eu não sabia nada sobre ele além das canções que eu conhecia (quase) todas. Sabia também sobre seu talento com o piano, sobre a coleção de óculos extravagantes e que era amigo da Elizabeth Taylor. Jamais imaginei que ele tivesse um passado tão barra pesada com as drogas…

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