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ACONTECE

Você está realizando um evento, um projeto, um curso uma idéia? Então...

Acontece

Oi galera! Você está realizando um evento, um projeto, um curso uma idéia? Então… manda pra mim, com seu release e foto para divulgarmos aqui na minha sala “Acontece”. Espero contar sua novidade aqui na Revista Rio Informal!!! 😊. Mande email para rioinformalcontato@gmail.com

ATESTADO AÉREO Aquele balão tinha sala quarto, lavabo fogãozinho tudo para que o “eu sozinho” corresse mundo fosse mais ou menos um poeta [de verdade] vagabundo ______* Eliana Mora, 01/11/2015…

NOTA CIENTÍFICA A bolha estourou por dentro. Além da capa protetora acharam lá  o vírus [de um amor] Eliana Mora, 05/01/2016 (por www.rioinformal.com/Eliana Mora/)

Lua Nova em Aquário

Lua Nova em Aquário “Não há passageiros na espaçonave Terra, somos todos parte da tripulação.” (Marshall McLuhan) A semana começou em ritmo de ação: um novo ciclo lunar iniciou-se (04/02)…

A visita do Rei de Gana

Estávamos acompanhando a visita do Rei Ashanti de Gana, Otumfuo Osei Tutu II, a chamada região da Pequena África. Nesse sentido, o Rei e sua comitiva visitaram, no inicio da…

OBRAS DE ARTE E TEXTOS Os verdes. As mutações que tanto significam em nossa vida. Os tons, os cheiros, os cantos, onde podemos ficar envoltos em sombra. E respirar. O…

Receita Suíssa

🇨🇭🥔🇨🇭🥔🇨🇭🥔🇨🇭 Hoje vamos falar de uma receita típica suíça 🇨🇭 🇨🇭🇨🇭que deixa muitos cozinheiros sem conseguir o ponto certo da batata ou não conseguem deixar ela crocante, estamos falando da batata rösti.…

Fevereiros

A força de Maria Bethânia no documentário Fevereiros, de Marcio Debellian, é de arrepiar aos mais céticos e emocionar até as lágrimas aos que acreditam na força da religiosidade. O…

LISTRAS

LISTRAS –  A  grande pedida para o verao 2019.  Elas vem com toque hippie, esportivo, retrô, colorido, que transborda alto-astral. As modelagens estão mais soltinhas. Use e abuse!!!!!! (por http://www.rioinformal.com/Claudia…

KITCHEN DESIGN

KITCHEN DESIGN   _   Cozinhas maravilhosas…..Inspire-se nas grandes ideias. E crie sua cozinha dos sonhos…..  Fonte: Country Home                 (por www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Lançamentos

Rodrigo Marconi lança seu primeiro CD, totalmente autoral e inspirado na literatura universal (por Fábio Cezanne).

Em “Correspondência”, compositor e educador carioca apresenta peças contemporáneas que se comunicam com a arte literaria de Roland Barthes, Fernando Pessoa e Berthold Brecht, além de referências a Villa-Lobos e Bach

                   “Corresponder. Corresponder a, corresponder ao, corresponder à, corresponder com, corresponder-se, co-responder… Correspondência”. Assim nasce e começa a definição do CD de estreia do compositor e professor Rodrigo Marconi, que reuniu em “Correspondência” algumas de suas dezenas de composições, presentes nos principais festivais e bienais de música contemporânea do país. De produção independente, gravado e mixado na A Casa Estúdio (RJ) e com distribuição nacional pela Tratore, o álbum reúne 6 obras, divididas em 15 faixas, considerando seus movimentos.

                   O título do disco solo registra, mais do que tudo, o diálogo de sua obra com as mais variadas expressões artísticas. “No campo das artes, correspondência significa, acima de tudo, diálogo. Diálogo que nas minhas composições atravessa o fantástico universo do poeta português Fernando Pessoa e seus heterônimos, a leitura de mundo do semiólogo francês Roland Barthes, a postura política e artística do teatrólogo e poeta Berthold Brecht e uma infinidade de outras referências que interferem, contaminam e potencializam a minha música”, ressalta Marconi e ainda complementa: “Nesse sentido, a pintura, o cinema, a fotografia e, principalmente, o teatro, a literatura e a própria música fornecem um campo fértil de intercâmbio e de inspiração para as composições no CD apresentadas, onde a intertextualidade é a motivação, o ponto de partida e de chegada. Tem sido a forma que encontrei de me corresponder com o mundo”.

                   Escrita para flauta, clarinete e vibrafone, “Golpes de Pequenas Solidões” é inspirada pela percepção e leitura de mundo de Roland Barthes (1915-1980), afinal, segundo o próprio, ¨a vida é assim, feita a golpes de pequenas solidões¨. Nela, os três instrumentos ora são apresentados só, introspectivos e reflexivos, cada um com sua essência e discurso, ora tocando em conjunto, dialogando, “ (con)vivendo, (co)existindo, (co)habitando, construindo, afetando e sendo afetado pelo outro. Solidões… solidão… só… ou como preferia Guimarães Rosa, Solistência, a solidão da existência de tudo que está vivo”, define o compositor.

                   Em “Impropérios”, escrita para vibrafone, brilha a execução de Joaquim “Zito” Abreu, em cinco pequenas peças. A música busca ressaltar uma dicotomia intrínseca na palavra “Impropérios”: ao mesmo tempo que significa um discurso ofensivo, injurioso, desrespeitoso… é também uma antífona da liturgia católica cantado durante a semana santa (hinos de louvor). Toda sua inspiração para a sua criação se baseia no extremo dessa dicotomia, onde o profano e o sagrado, o conflito e a comunhão, o terrestre e o divino se conectam através da mais corriqueira e cotidiana forma de expressão: a palavra.

                   O duo de flauta (Reinaldo Pacheco) e clarinete (Moisés Santos) dá cor a “Canções para os dias de Sol ou de Chuva”, escrita em três movimentos especialmente para os próprios intérpretes, amigos de Marconi. “A peça tem como objetivo contemplar o dia-a-dia, as pequenas coisas, a simplicidade de ser e estar vivo”, define o autor. A partir do violão de Fábio Adour, os três movimentos de “Brechtianas”representam uma singela homenagem a um dos mais importantes artistas do século XX, o poeta, dramaturgo e encenador alemão Berthold Brecht (1898 – 1956), que com sua produção e postura perante a arte e a vida influenciou o teatro contemporâneo, tornando-se imprescindível. Ao mesmo tempo, faz referência às “Bachianas”, a obra-prima escrita por Villa-Lobos em homenagem e devoção a Johann Sebastian Bach.

                   O piano de Ronal Silveira nos dois movimentos de ‘No Bosque dos Espelhos” realça o convite do ouvinte a um passeio nos labirintos do seu próprio ser. A “egotrip”, como bem conceitua Marconi, busca mostrar que é exatamente” dentro desse bosque que se esconde vários mistérios, perigos, desafios, segredos, nossas expectativas mais íntimas, experiências e os conhecimentos mais profundos”. É no bosque dos espelhos que nos colocamos em contato com o mundo interior, onde Narciso se auto-contemplava ou onde Alice, através da pena de Lewis Carroll, se questionava: “Este deve ser o bosque”, disse pensativamente, “em que as coisas não têm nomes. O que será que vai ser do meu nome quando eu entrar nele?”

            O disco chega ao final reunindo flauta (Reinaldo Pacheco), clarinete (Cesar Bonan), violino (Angelo Martins), violoncelo (Luciano Corrêa) e piano (Mateus Araujo) em “Às Várias Pessoas de Fernando, uma referência ao célebre poeta português Fernando Pessoa. “O que sempre me fascinou na vida e na obra do poeta português Fernando Pessoa foi sua relação com seus diversos heterônimos. Muito mais que um pseudônimo, os heterônimos vivem, carregam consigo suas experiências, seus dilemas, sua história. E todos eles, repletos de significações e significados, de desejos e realizações explodiam (ou implodiam, quem sabe) dentro do limite de apenas um corpo físico”. Nessa composição, o autor imaginou todos esses seres (con)vivendo dentro de um só ser, com suas relações e conflitos, seus diálogos prováveis e improváveis, suas limitações espaciais e mentais.

Rodrigo Marconi

Compositor, musicólogo e professor carioca, Rodrigo Marconi iniciou-se na música aos 12 e, aos 18, já trabalhava em composições para teatro e cinema. Seu ingresso na música de concerto aconteceu em 2008, com sua primeira participação no Panorama da Música Brasileira Atual da Escola de Música da UFRJ. Bacharel em composição musical pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), teve a oportunidade de estudar com os compositores Guilherme Bauer, João Guilherme Ripper e Tato Taborda. Licenciado em Educação Artística com habilitação em Música pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CEU) é mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO).

Suas obras foram tocadas em importantes festivais como a XVIII e XXII ´Bienal de Música Brasileira Contemporânea’, os ‘Panoramas da Música Brasileira Atual’ (UFRJ), o ‘Festival Babel’ (Porto Alegre), nas séries ‘MUSIMAC’ (USP), ‘CBM Experimental’, ‘Festival Compositores de Hoje’, “Série Tendências” (UFRJ) ‘Série Compositores’ (UNI-RIO) entre outras.

Foi um dos compositores contemplados com o ‘Prêmio FUNARTE de Música Clássica 2016’ com o trio “O Despertar da Intratável Realidade” para violino, violoncelo e piano, obra que teve sua estreia na XXII Bienal de Música Brasileira Contemporânea (2017). Atualmente, leciona na Escola Estadual de Teatro Martins Penna (FAETEC-RJ) e na graduação do Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CEU).

www.rodrigomarconi.com

CD “CORRESPONDÊNCIAS”

Gravadora: Independente / Distribuição: Tratore

Preço Médio: R$30,00

 PARA OUVIR E/OU COMPRAR ONLINE

https://www.deezer.com/br/album/79897172

https://itunes.apple.com/br/album/correspond%C3%AAncias/1444486633?app=music&ign-mpt=uo%3D4

https://open.spotify.com/album/7u9Vb1ph9CldbeVELgF9p5

Salas

Empreendedorismo

Mara Cecília

“Por dentro do Museu Nacional- Redescubra a coleção antes do incêndio de 2018”

 

Mara Cecília, Ciência da Informação

É o título da exposição virtual que o  Google Arts & Culture e o Museu Nacional disponibilizaram para matarmos a saudade do museu antes do incêndio que destruiu o acervo construído ao longo de 200 anos de pesquisa. O Museu Nacional é a mais antiga instituição científica do Brasil. Vinculado Universidade Federal do Rio de Janeiro, sofreu o incêndio em 2 de setembro de 2018, quando era considerado um dos maiores museus de história natural e antropologia das Américas. Junto com o acervo,  o Paço de São Cristóvão, inaugurado em 1803, que foi residência da família real e sediou a primeira Assembléia Constituinte Republicana,foi destruído pelo fogo.

Reprodução do Google Arts e Culture

É dolorido o impacto, desde o primeiro momento, a notícia da destruição de tão rico acervo para a memória da humanidade. O acervo por nós negligenciado, continha memórias de diversas culturas, épocas, pesquisas realizadas no Brasil e fora dele.  Além do tour em formato 3D por uma pequena parte da coleção e salões do antigo palácio, que é possível acessar no endereço  “Por Dentro do Museu Nacional”, a iniciativa do da parceria da UFRJ com o Google, oferece visitas por mais 9 coleções em formato simples, com textos baseados no acervo do museu.Na ocasião do incêndio, o museu abrigava um acervo com cerca de 20 milhões de ítens, “subdividido em coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia, antropologia biológica (incluindo-se neste núcleo os remanescentes do esqueleto de Luzia, o mais antigo fóssil humano das Américas[2]), arqueologia e etnologia”.(WIKIPÉDIA,2018 ).

A plataforma do Google, agrega várias instituições  voltadas para o desenvolvimento e conhecimento da arte e da cultura pelo mundo. No Brasil, instituições de arte e cultura brasileira compõem seu catálogo de fácil acesso pelo endereço “Google Arts & Culture”.  A parceria entre o Google e o Museu Nacional começou em 2016. Para Chance Coughenour, gerente global de preservação e história do Google Arts & Culture a tragédia é um impacto para o projeto e “importante para nós olharmos como a tecnologia pode fornecer formas de preservar a memória de objetos. Assim, nós poderemos lembrar como o museu era por dentro, ainda que virtualmente, e pessoas que ainda não nasceram poderão visitá-lo no futuro”. .A  exposição on line do Museu Nacional foi lançada em 18 de dezembro de 2018.  Passeando por ela é impossível não se emocionar.

REFERÊNCIAS

(por www.rioinformal.com/mara-cecilia/)

Vamos Viajar?

Leco Possollo

Vamos a Montreux.

Talvez o mais emblemático de todos os festivais do mundo. Citado na música do Deep Purple, “Smoke on the Water”, inclusive falando do saudoso Claude Nobs, criador do festival e que nos deixou em 2013. Essa é a minha 10ª participação, desde 1996, e não me canso de ficar encantado com tudo o que acontece ali. Desde a chegada, encontrando pessoas conhecidas de todas as nacionalidades e funções até a hora do show, sempre empolgante e muito prazeroso de fazer. Esse ano, a convite do amigo Rodrigo Delacroix, ainda fiz um som com a Martinália antes do nosso, relembrando os anos que trabalhei com ela. A cidade é linda, já desde a estrada da pra ver o lindo lago Leman e as montanhas ao fundo, muitos barcos navegando com seus tripulantes felizes tomando seus champagnes, vinhos e afins. Bicicletas, crianças brincando e carrões de luxo e esportivos se exibindo pra lá e pra cá. Nosso hotel era o clássico e luxuoso Fairmont Le Montreux Palace, que fica do outro lado da rua do Stravinky Hall. Tive a felicidade de poder encontrar meu sobrinho e afilhado Xande e a Kirsty, que moram em Zug (pertinho de Zurich), tomamos umas taças de vinho no catering do festival e matamos um pouco da saudade. Ainda depois dos shows encontrei o pessoal das empresas que fornecem os equipamentos e dão suporte ao festival, Shure, DiGiCo, e Meyer Sound, todos extremamente simpáticos e atenciosos. Este ano, por questão de 12 horas me desencontrei do John Meyer e sua esposa Suzan, uma pena, eles são sempre uma grande fonte de inspiração. O clima nessa época é simplesmente sensacional, muito sol e calor suíço (moderadinho). Nossa passagem pela cidade foi relativamente rápida, pois ficou entre outros dois shows da tour. Depois do show ainda houve uma “after party” em frente ao hotel, onde vários músicos e artistas deram canja numa Jam Session. Alguns drinks servidos e muitos contatos bacanas, um DJ animando um segundo ambiente onde era mais fácil conversar. Talvez seja uma das maiores riquezas acumuladas nesses anos de turnês, os amigos e parceiros de trabalho que venho fazendo. Vamos seguindo…

(por www.rioinformal.com/leco-possollo/)

Astros e Estrelas

Angela Nunes

Lua Nova em Aquário

Lua Nova em Aquário

Angela Nunes: Astros e Estrelas

“Não há passageiros na espaçonave Terra, somos todos parte da tripulação.” (Marshall McLuhan)

A semana começou em ritmo de ação: um novo ciclo lunar iniciou-se (04/02) com a Lua Nova em Aquário encerrando, finalmente, o tenso e complicado ciclo anterior. A Lua Nova é um momento de renovação, onde todas as condições para se iniciar algo de novo estão presentes. Mês a mês, a Lua se encontra com o Sol em cada signo, no seu caminho pela eclíptica. E de cada encontro surge uma nova semente que é germinada sob os princípios de cada signo. Como disse o astrólogo francês André Barbault, todo começo ou toda renovação no céu engendra necessariamente um começo ou uma renovação sobre a Terra. Por isso, esse é o momento propício para dar início a tudo que for novo, que estiver começando agora, pois uma oportunidade está sendo oferecida, com todas as possibilidades colocadas em jogo. É um momento de renovação geral de impulsos, onde as iniciativas podem e devem ser lançadas. Sendo Aquário um signo ligado às ações coletivas, o impulso se dá melhor no contexto social, comprometido com causas sociais ou que se façam através de grupos de pessoas unidas pelas mesmas idéias e objetivos. O que for feito na base da cooperação, visando o bem estar geral, será mais propício e com maiores chances de alcançar seu resultado. Além disso, o momento é de abertura para o que for mais progressista e melhor para todos. É com esta visão de grupo e de coletividade que devemos agir: se sairá melhor aquilo que visar a todos. É bom lembrar que a cooperação em Aquário se faz de maneira independente, respeitando-se a liberdade de cada um. A união é por uma mesma idéia, contexto, causa.

O planeta Mercúrio, também em Aquário e em conjunção com a Lua Nova, colabora atuando nesta mesma direção da abertura para novas idéias e modos diferentes de fazer as coisas, refletindo inventividade e induzindo a novos aprendizados e modos de pensar – é hora de mudar nosso ponto de vista.

A configuração celeste, de um modo geral, se mostra cada vez mais concentrada, ocupando apenas uma faixa de 130º do zodíaco – de Sagitário a Áries, havendo 4 planetas em seus domicílios. Portanto, é uma configuração potente, que não deixa dúvidas sobre sua direção social e coletiva. Júpiter em Sagitário, em sextil com a Lua Nova, traz empolgação e confiança, vontade de empreender. Porém, com Saturno em Capricórnio, é preciso fazer tudo segundo ditames de regras e leis, com base e de forma responsável. As novidades que forem propostas precisam também atender a critérios e ter uma finalidade visando eficácia e serventia.

A propósito, o número de habitantes do planeta mais que duplicou nos últimos 50 anos, passando de 2 bilhões e 500 mil em 1950 e atingindo 7.2 bilhões em 2011 (dados UNFPA). Isto deixa claro que não podem haver questões isoladas ou particulares, mas tudo afeta a todos em um planeta super-habitado e tecnológico. Estamos todos no mesmo “barco” e cada um precisa dar sua contribuição para o bem de todos. É como dizia o filósofo e educador Marshall McLuhan, “não há passageiros na espaçonave Terra, somos todos parte da tripulação.”

Nesse sentido, a cooperação coletiva é cada vez mais fundamental para a preservação da vida na Terra e para a sobrevivência do próprio planeta porque os problemas, e suas possíveis soluções, hoje são mundiais, globais, coletivas. Sendo Aquário um signo cujo princípio é a igualdade, é hora nesta Lua Nova de propor projetos que beneficiem a todos, pensando no bem estar social e humanitário.

É neste devir de tantas rotações e translações, na qualidade do tempo de Aquário, reiterada pela Lua Nova, que se enseja um novo comportamento, mais amigável, gregário, pensando não apenas no aqui e agora mas no futuro também.

Em 05/02/2019 Angela Nunes

 

 

(por www.rioinformal.com/angela-nunes/)

Que Belas, as Artes!

A Arte do Cinema

Lorena Lourenço

JOY, o curta da jovem cineasta brasileira Lorena Lourenço, faz sucesso nos EUA

A cineasta Lorena Lourenco ganhou o prestigioso Prêmio de Mérito na categoria de Mulheres Cineastas do Prêmio de Cinema IndieFEST, em San Diego com seu novo curta, “Joy”. Ela também foi selecionada para o Festival Internacional de Cinema de Pasadena, PIFF, e para para o Festival Internacional de Cinema Julien Dubuque, JDIFF, onde ela foi convidada a participar do painel Dubuque Inclusivo, para falar sobre o seu curta e sua carreira. 
Seu curta-metragem experimental, “Joy”, explora de maneira única a dicotomia entre as aflições de uma mulher imigrante nos EUA, contra a polidez, com a qual ela se sente compelida a se apresentar. Joy apresenta o desempenho excepcional da atriz Joy Sunday, imagens do diretor de fotografia Alex King, trilha sonora do compositor brasileiro Thiago Muller e A.P. Kyburz e foi produzido por Brewster McCann.
Na apresentação de Joy, Lorena Lourenco deixou sua mensagem: “É uma honra extrema receber este prêmio como o resultado das minhas experiências pessoais. Eu fui impelida ao ostracismo por ser mulher, latina e imigrante. Cansada dessa dinâmica, resolvi usar o cinema de modo a delinear claramente minha identidade, então ‘Joy’ se tornou a manifestação cinematográfica desse empoderamento.
Os festivais IndieFEST, o JDIFF e o PIFF
O IndieFEST Film Awards reconhece profissionais de cinema, televisão e novas mídias que demonstram realizações diferenciadas em criatividade, e aqueles que produzem entretenimento de destaque ou contribuem para mudanças sociais profundas. 
O Festival Internacional de Cinema Julien Dubuque é dedicado a enriquecer a comunidade e unir culturas através da educação e promoção das artes com filmes independentes relacionados a causas sociais.
O Festival Internacional de Cinema de Pasadena é o único festival de cinema competitivo em Pasadena, Califórnia, e tem como objetivo levar o cinema independente inovador a uma cidade conhecida por seu amor pela cultura e pelas artes. Os filmes que venceram na PIFF passaram a ganhar o American Pavilion do Festival de Cinema de Cannes, no qual Lorena estreou o seu primeiro curta, Pedagogia.

 

 

 

 

(por www.rioinformal.com/lorena-lourenco/)

Que Belas, as Artes!

Silvio Tendler

A Arte do Documentário

A Arte do Sabor

Maria Julia Ferreira, Ju

ANGU COM RABADA

Outro dia, no programa É DE CASA, O super simpático e querido Zeca Camargo me fez a inesperada pergunta: “O que você sente quando faz angu?” De cara, eu respondi a primeira palavra que me veio, alegria! Depois, passada aquela correria de câmeras, microfone e “luzes câmera e ação”, eu fiquei pensando naquela pergunta…e na resposta. Sim, fazer angu me traz alegria, e essa alegria vem da sensação de pertencimento, de ancestralidade, de uma ancestralidade não sabida, perdida entre continentes…Às vezes ouço as pessoas perguntando assim, mas como se samba, canta, dança no meio de tantos problemas…aí vem a mesma resposta: porquê, é ali, em volta das comidas, da música, da cantoria que nos sentimos “pertencentes” a uma mesma história , a um mesmo lugar que nos conecta e alimenta de afeto.
Esse lugar é uma África enraizada em um Brasil de vários tons, sons …e sabores.

Ingredientes para RABADA

  • 1kg de rabo cortado nas juntas e limpo
  • 1 xícara (chá) de vinagre de vinho tinto
  • 1 colher (sopa) de sal grosso com ervas
  • 1 colher (chá) de cominho em pó
  • Pimenta-do-reino moída a gosto
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 4 dentes de alho picados
  • 1 cebola picada (160g)
  • 350g de linguiça calabresa cortada em rodelas grossas
  • 3 folhas de louro
  • 1,5 litro de água quente
  • 1 fio de azeite
  • 3 cebolas cortadas em cubos médios (500g)
  • 2 pimentões verdes cortados em tiras pequenas (200g)
  • 4 tomates cortados em 4 partes
  • 2 xícaras (chá) de água quente
  • 3 folhas de louro
  • 2 maços de agrião sem o talo

Modo de Preparo – Molho

  1. Tempere o rabo com vinagre, sal grosso com ervas, cominho e pimenta-do-reino. Reserve.
  2. Em uma panela de pressão em fogo médio, coloque o azeite, o alho, a cebola e refogue. Coloque o rabo temperado, a linguiça, as folhas de louro e refogue por 5 minutos.
  3. Acrescente a água quente, tampe a panela e cozinhe por 1 hora após pegar pressão. Apague o fogo e retire a pressão da panela. Com uma escumadeira, retire o rabo cozido e a linguiça e reserve. Despreze o caldo que se formou.
  4. Em outra panela, coloque o azeite, a cebola, o pimentão verde e refogue por +/- 2 minutos. Adicione o tomate, o rabo cozido, a linguiça cozida e mexa. Junte a água quente, as folhas de louro e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Adicione o agrião, misture, apague o fogo e sirva com o angu.
  5. Ingredientes – Angu
  • 500g de fubá
  • 800ml de água fria
  • 3 litros de água fervente
  • 1 colher (sopa) de sal grosso com ervas

Modo de Preparo – Angu

  1. Em uma tigela, coloque a água fria, o fubá e mexa até dissolver.
  2. Numa panela em fogo baixo com a água fervente, adicione o sal grosso com ervas e o fubá dissolvido. Cozinhe por 40 minutos, mexendo de vez em quando. Apague o fogo e sirva.

(por www.rioinformal.com/maria-julia-ferreira/)

SALMÃO OU ATUM SELADO COM MOLHO TARÊ, CHIPS DE GENGIBRE E CEBOLINHA. 

Juca Paes Leme: Cheff

Nossa receita de hoje é super saudável e fácil fazer!!!!!

🐟🐟🐟🐟🐟🐟🐟

Anote essa receita🗒📃🗒📃
Ingredientes:
– 600g de lombo de salmão ou atum para sashimi.
– 20g de gergelim preto e branco torrados.
– 300ml de sakê
– 200ml de shoyu
– 200g de açúcar mascavo
– 60g de gengibre em lâminas

Modo de preparo:
1 Em uma panela média, coloque o sakê, o shoyu e o açúcar mascavo deixe reduzir até engrossar, cuidado para não cozinhar muito e ficar em ponto de bala, queremos um mel, fino e liso!!!! Deixe esfriar!!!
2 Em uma frigideira com pouco óleo doure o gengibre até ficar crocante, cuidado para não queimar. Reserve.
3 Em uma frigideira antiaderente coloque um fio de azeite e sele o peixe rapidamente deixando o interior bem cru, corte em fatias como sashimi coloque o molho tarê, o gergelim torrado, o chips de gengibre e a cebolinha picada e sirva!!! Como na foto 👆🏻👆🏻👆🏻👆🏻
Uma delícia 😋 😋😋

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www.chefjucapaesleme.com

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(por www.rioinformal.com/Juca Paes Leme/).

A Arte do Sabor

Marcelo Igrejas

Atum Selado

 A ideia hoje é uma receita com execução simples mas que impressiona…
O atum selado é um prato muito apreciado pelo seu visual e sabor maravilhosos!
O segredo para o sucesso nessa receita é a materia prima de alta qualidade resguardando algumas premissas: o peixe deve ser de boa procedência, tendo sua cor em tons avermelhados, medalhões com altura de 3 a 4cm e a crosta deve ter espessura de 1 a 2mm. O peixe ficará cru internamente e a crosta selada, mantendo a carne tenra e hidratada. Para isso, precisaremos de uma chapa (flat) ou uma boa frigideira bem quente. Após atingir a temperatura, colocamos um fio de “óleo”. Eu neste caso, prefiro o óleo de gergelim. Selar os dois lados.
O seu medalhão estará pronto quase que imediatamente, tendo o cuidado para não ultrapassar a espessura indicada da “crosta”. Procure colocar o peixe em temperatura ambiente na chapa.
Para acompanhamento, além de um bom Shoyu, sugiro que fuja um pouco do wasabi tradicional e surpreenda com um mousse!
Ingredientes do mousse:
150g de cream cheese
80g de iogurte natural
Wasabi à gosto, de modo que se sinta o sabor e a essência do wasabi.
Misturar tudo,! batendo em mixer ou liquidificador.
Peixe:
Lombo de atum fresco cortado em medalhões de tamanho médio – entre 130 a 200g (porção por pessoa).
Obs: Sugiro para acompanhamento, uma boa salada de folhas verdes e pupunha.

(por www.rioinformal.com/Marcelo Igrejas/)

A Arte do Sabor

Felipe Ventura

Cervejas, Vinhos e Drinks

Felipe Ventura Sommelier, harmoniza a “sopa de cebola” e o “steak ao poivre” do Chef Juca Paes Leme

Esta semana, despretensiosamente harmonizarei duas receitas do chef Juca Paes Leme, que tem o prazer de comandar a cozinha de um lindo restaurante em Fernando de Noronha. Os desafios são clássicos franceses: uma sopa de cebola e um Steak au Poivre.

A sopa de cebola é muito tradicional na França e, no passado, acalentava pobres e reis de toda Europa. Com essa receita, o papel do vinho é equalizar a doçura da cebola e a gordura do queijo. Nesse contexto gastronômico, sugiro os vinhos brancos ricos em acidez. Mas, particularmente indico uma pérola chilena: o Talinay Sauvignon Blanc, produzido na Região do Vale de Limarí, o vinhedo fica a 12 Km do mar, com as particularidades do solo calcário, onde se extraem elegantes notas minerais e um frescor incrível. No nariz, notas cítricas, florais e minerais. Em boca, bom ataque, persistente, fresco e deixa a boca limpa. Espero que esse casamento perdure até que o último gole os separem. Salud 🍷

O segundo prato é o clássico adorado por todos: Steak au Poivre. A partir do molho bastante untuoso e intenso, elaborado com mostarda, creme de leite e pimenta, penso em um vinho da mesma intensidade e concluo que a harmonização perfeita se dará com o premiado vinho 700 Andes Plateau 2014, elaborado com uvas Cabernet Sauvignon, Syrah, Cabernet Franc e Carignan. É um vinho estilo boutique. Os vinhedos são pequenos e ficam acima de 700 metros de altitude, o que confere a esta obra de arte um estilo europeu, super gastronômico, com aromas de framboesa, cassis, especiarias como pimenta negra e cravo, além de flores e tabaco. Em boca, taninos macios, frescos, final longo e persistente. Um verdadeiro eclipse de sabores. Espero que desfrutem e gostem desse espetáculo que une os dotes da natureza aos talentos de homens como Felipe Uribe e Juca Paes Leme. Salud🍷

http://www.arydelicatessen.com.br/p22686-vinho-tabali-talinay-sauvignon-blanc-2014-94-descorchados
http://www.arydelicatessen.com.br/p77809-vinho-andes-plateau-700-2014-caixa-6-garrafas-96-descorchados

(por www.rioinformal.com/felipe-gabriel-ventura/)

Que Belas, as Artes!

Rodrigo Saramago

A Arte da Escultura

Sereias em terracota

Esculturas em bronze

Veja o vídeo. Chegue por lá.

Que Belas, as Artes!

Cavi Borges

A Arte do Cinema

Sobre os 2 filmes que vamos lançar nos cinemas esse mês de setembro

Cavi Borges: Que Belas, as Artes!

No dia 6 de setembro vamos lançar nas salas de cinema do Rio o filme: 

1- “VENDE SE ESTA MOTO – 2017 – ficção – dir: Marcus Vinicius Faustini.

O filme ganhou o Premio Especial do Juri no ultimo Fesival do Rio.

Um filme feito de forma independente, em parceria com a Cavideo e muitas pessoas colaborando. Um baita desejo de imaginar e colocar nas telas um Rio profundo e seus personagens. 

Sinopse: Xéu (João Pedro Zappa) e Lidiane (Mariana Cortines) terão um filho e ela exige que ele, que está desempregado, venda sua moto. O primo Cadu (Vinicius de Oliveira) o ajuda a buscar um comprador, mas ainda nutre sentimentos profundos por Lidiane, sua ex-namorada. 

No dia 20 de setembro vamos lançar nas salas de cinema do Rio o outro filme:

2- “SALTO NO VAZIO” – 2018 – ficção – dir: Cavi Borges e Patricia Niedermeier

Este longa de ficção foi filmado em cinco cidades: Rio, NY, Berlim, Cannes e Praga e levou cinco ano para ficar pronto. Misturando ficção com realidade, o filme conta a história de um casal de artistas carioca: ele um fotógrafo de guerra e ela uma diretora de cinema e bailarina. Inspirado nas vídeo cartas do cineasta Jonas Mekas e no manifesto do artista plástico francês: Ives Klein, o próprio nome do filme vem de uma performance que Ives Klein realizou em Paris, em 1950: Salto no Vazio. Klein fotografou seu salto sem rede de proteção, fazendo uma metáfora do risco frequente que.o artista tem que.viver repassar para poder criar algo novo e original.

Este filme é a primeira parte da trilogia filmes de viagem da produtora Cavídeo. Os outros 2 filmes ainda em finalização são: “Reviver”, filmado no Maranhão, e “Fado Tropical”, filmado este ano em Lisboa, com previsão de lançamento em 2019.

“Salto no Vazio” é.um filme que.mistura dança, artes plásticas, performance e cinema. A estreia de será dia 20 de setembro no circuito carioca.

Sinopse: “Quando se deseja ir mais longa e alem, saltamos no vazio”. Filmado em 6 países (Brasil- Eua- Alemanhã- Síria – França – Hungria) mistura dança, performance e videoarte mostrando a história de um casal de artistas viajando e criando pelo mundo.

Ficha Técnica de  “Salto no Vazio”

Direção e roteiro: Cavi Borges e Patricia Niedermeier

Fotografia: Vinicius Brum

Edição: Christian Caselli

Trilha sonora: Rodrigo Marçal

Produção: Carol Dib e Cavi Borges

 

(por www.rioinformal.com/Cavi Borges/)

Que Belas, as Artes!

Sergio Pagano

A Arte da Fotografia

Photography

Gastronomia

Capas de Livro

Que Belas, as Artes!

Mario Casal

A Arte da Fotografia

Que Belas, as Artes!

Paulo Eugenio

A Arte da Fotografia

Dia da Fotografia

Paulo Eugenio homenageia…

Dia Internacional da Fotografia

Selecionar imagens para o Dia Internacional da Fotografia não é tarefa fácil. São muitos quesitos a serem levados criteriosamente em conta. É tão difícil quanto escolher suas músicas preferidas de todos os tempos, ainda mais para quem já passou dos 30. Para facilitar, o critério aqui escolhido foi memorial, esses trabalhos foram os primeiros que lembrei para a postagem. Ficou mais fácil num domingo ensolarado. Temos o brilhante retrato de Patti Smith feito por Robert Mappletorne para o fantástico disco Horses, o beijo encenado em “Le baiser de l’Hôtel de Ville” de Robert Doisneu e a belíssima série de fotos “The Algiers”, de David Claerbout onde 50.000 fotografias foram registradas e 600 escolhidas para retratar a felicidade em movimento que vemos nas imagens.

Retrato de Patti Smith feito por Robert Mappletorne para o fantástico disco Horses

O beijo encenado em “Le baiser de l’Hôtel de Ville” de Robert Doisneu


“The Algiers”, de David Claerbout onde 50.000 fotografias foram registradas e 600 escolhidas para retratar a felicidade em movimento

Sala de Cinema

Paulo Libonati

O RETORNO DE MARY POPPINS

Paulo Libonati: Crítico de Cinema

Para quem faz parte da minha geração era difícil separar Mary Poppins de Julie Andrews.

Julie dava a seus personagens sua própria identidade, e assim ficava uma coisa meio indissolúvel separar um do outro,

Acontece que neste retorno pude observar que Mary Poppins não estava mais vinculada a Julie.  Emily Blunt conseguiu dar-lhe uma nova aparência, embora mantendo fielmente seu conteúdo, o que não deixa de ser um ganho para as três.

O filme é um conto de fadas moderno, como já tinha sido o original, sendo que a ideia de não ser uma regravação foi a coisa mais acertada dos estúdios Disney: um show de cores, vozes, sons que dão o clima mágico e saudosista do filme. As crianças agora eram filhos do menino da primeira versão, que junto com sua irmã, atual tia das crianças, curtiam os ensinamentos e encantamentos do mundo de Mary Poppins.

Um elenco de primeira, com participações especialíssimas de Maryl Streep e Colin Firth, Dick van Dick, o galã da versão original que faz uma breve participação, com direito a cantos e sapateados, no papel de dono do Banco onde trabalhava o pai das crianças e cujo Presidente, sobrinho deste banqueiro, queria tomar seu imóvel, dado em hipoteca .

Como não podia deixar de ser, tudo se resolve favoravelmente no final, numa bela lição de vida dada às crianças, com a intermediação de Mary Poppins em todos os momentos.

Triste apenas, segundo matéria lida em alguns jornais, saber que Julie Andrews não quis participar da nova versão, tendo sido convidada a atriz Angela Lansbury para fazer o papel a ela destinado, o que fez muito bem no auge de seus noventa e tantos anos.

No mais, corra ao cinema mais próximo e não deixe de aproveitar a oportunidade de se sentir pelo menos sessenta anos mais novo e curtir  essa deliciosa fantasia.

(por www.rioinformal.com/Paulo Libonati/)

Sala de Cinema

Teresa Souza

Fevereiros

A força de Maria Bethânia no documentário Fevereiros, de Marcio Debellian, é de arrepiar aos mais céticos e emocionar até as lágrimas aos que acreditam na força da religiosidade. O filme se passa durante a preparação e o desfile da Escola de Samba Mangueira, no Carnaval de 2016, cujo enredo foi a cantora baiana e que alcançou a vitória na Marques de Sapucaí.

Em paralelo ao carnaval do Rio de Janeiro, o filme acompanha Maria Bethânia na preparação da festa de Nossa Senhora da Purificação, na Bahia. Com imagens de arquivos e depoimentos de amigos e familiares da cantora, o filme é uma grande homenagem e um respeitosa reverência a Bethânia, com sua energia e determinação, com o sincretismo religioso que vai do catolicismo ao candomblé e sempre acompanhado pela poesia e a boa música. Uma cultura de um Brasil maravilhoso e tolerante – o que precisamos muito nesse momento. 

Estamos em fevereiro, corra para o cinema.

Participação e Mudança

Carllos Nobre

A visita do Rei de Gana

Estávamos acompanhando a visita do Rei Ashanti de Gana, Otumfuo Osei Tutu II, a chamada região da Pequena África.
Nesse sentido, o Rei e sua comitiva visitaram, no inicio da manhã, muito quente por sinal, o Instituto dos Pretos Novos, na Rua Pedro Ernesto, conhecida antigamente como Rua do Cemitério, pois, ali, era um cemitério, onde eram enterrados os escravos.
A comitiva real africana, ao entrar na parte lateral do instituto, tomou um susto.
Os diretores resolveram deixar em aberto – antes era tapado – uma parte onde se via um buraco, onde podia-se ver certas ossadas dos escravos falecidos por maus tratos.
Era um momento poderoso na diáspora.
Eles, a o rei e sua comitiva, ficaram tocados ao ver os corpos a flor da terra dos escravos escravizados.
Todos que estavam ali – diplomatas do Itamarati, militantes do movimento negro, pais e mães de santo, líderes do movimento social, artistas, músicos, enfim, todos – sentiram o mesmo diapasão dos efeitos sentidos pelos ganenses.
Axé
 

(por www.rioinformal.com/carllos-nobre/)

Falando de Moda e Estilo

Claudia Cordoville

LISTRAS

LISTRAS –  A  grande pedida para o verao 2019.  Elas vem com toque hippie, esportivo, retrô, colorido, que transborda alto-astral. As modelagens estão mais soltinhas. Use e abuse!!!!!!

(por http://www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Falando de Moda e Estilo

Alberto Sabino

As criações de Alberto Sabino são atemporais e diferentes

As criações de Alberto Sabino são atemporais e diferentes. O resultado de suas coleções reflete a personalidade eclética do autor, que tem a liberdade de usar diversos tipos de materiais, de uma maneira muitas vezes inesperada. Assim, pedras podem estar juntas a acrílicos, madeiras, resinas e outros materiais, privilegiando o design e a criação acima de tudo. Suas peças únicas são então chamadas de joias pela imprensa especializada e clientes mais pela exclusividade e acabamento do que, muitas vezes, pela nobreza intrínseca de cada material utilizado. Seu trabalho é reconhecido internacionalmente, e Sabino é um dos designers listados pelo Fashion Model Directory, entre os mais criativos e destacados no mercado

Link para o meu site 

(por www.rioinformal.com/alberto-sabino/)

Falando de Moda e Estilo

Denise Faertes

Falando de Moda e Estilo

Solange Mezabarba

A moda nos armários e na rua

Homens cariocas: O que há em seus armários

 No semestre passado pedi aos meus alunos que saíssem às ruas e observassem como as pessoas se vestem em sua vida cotidiana, nas ruas dos seus bairros. Os resultados foram sensacionais. Entre eles, a forma… digamos… “padronizada” com que os homens cariocas se vestem. O repertório de roupas masculinas se mostrou bastante restrito, com poucas cores (em geral neutras) e combinações que se repetem. Poucos tons de azul predominam nas camisas e camisetas. Nao há quase estampas. Bermudas até os joelhos e, sobretudo aquelas com bolsos laterais, são a preferência nacional.

Crédito Gustavo Costa

O modo como esses homens escolhem se vestir no seu dia a dia pode ser uma pista para pensar sobre o comportamento e o perfil do homem carioca. Mas isso é papo para metro. E você, leitor do Rio Informal, como se veste no seu dia a dia? Já observou quantas blusas de cor azul você tem no seu armário?


(por www.rioinformal.com/solange-mezabarba/)

Arquitetura, Decoração e Paisagismo

Claudia Cordoville

KITCHEN DESIGN

KITCHEN DESIGN   _   Cozinhas maravilhosas…..Inspire-se nas grandes ideias. E crie sua cozinha dos sonhos…..  Fonte: Country Home
               

(por www.rioinformal.com/Claudia Cordoville/)

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Eliana Mora

Eliana Mora. Foto:
Ana Maria Mendes Másala

 

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Lucilia Dowslley

Poesia e Literatura

Ah! Os Poetas!

Márcio Catunda

Agora, 14 de novembro, Márcio Catunda se apresenta em Madrid

Márcio Catunda
Márcio Catunda: Ah! Os Poetas!

El próximo 14 de noviembre, a las 19:30 hrs., en el Café Comercial de Madrid (Glorieta de Bilbao, nº 7), se presentará el nuevo poemario del escritor y diplomático brasileño Márcio Catunda (Fortaleza, 1957): Contemplaciones, publicado bajo el sello de Ediciones Vitruvio como el número 397 de su prestigiosa Colección “Baños del Carmen”. Además del autor, participarán en el evento, con sus palabras introductorias, los poetas Pablo Méndez -en calidad de editor- y Raúl Nieto de la Torre.

En esta nueva obra de su autoría -tercero de sus trabajos que ve la luz en el presente año 2013, tras Paisajes y leyendas de España y Días insólitos-, Márcio ha tenido la amabilidad y generosidad de incluir un retrato lírico a mí dedicado. El poema “Antonio Daganzo, el sobreviviente”, que a continuación reproduzco -y por el que le expreso mi profunda gratitud-, encontró su inspiración directa en la lectura del tercero de mis libros, Mientras viva el doliente, de 2010.

ANTONIO DAGANZO, EL SOBREVIVIENTE

“Al niño, cuyo temprano sufrir atragantaba,
se despeja un cielo de deslumbramiento.
Imaginaba el estandarte final de la refriega.
El miedo enajenado que vulnera
le provoca ansia de desvelar
el misterio de sí mismo.
La vida empecinada se abrió paso al futuro
y el vacío se llenó de astros y angostura.
La nada sempiterna en cada gozo
le hace aprender del aliento.
Encomendarse a las constelaciones
y llevar en su frente el desenfreno de vivir,
en vez de imaginar el estandarte final de la refriega.
Pide al alma la tentación enardecida.
Pone la esperanza en una paz sin temor vano
y la vida se le antoja una madrugada
en la cima indescifrable del tiempo.”

No próximo dia 14 de novembro, às 19:30 hrs., no café comercial de Madrid (Mirante de Bilbao, N º 7), será apresentado o novo poemas do escritor e diplomata brasileiro Márcio Catunda (Fortaleza, 1957 ): Contemplações, postado sob o selo de edições vitrúvio como o número 397 da sua prestigiada coleção “banhos do Carmen”. além do autor, participarão no evento, com suas palavras introdutórias, os poetas Paulo Méndez-na qualidade de editor – e o Raul Neto da torre.

Nesta nova obra de sua autoria-terceiro de seus trabalhos que vê a luz no presente ano 2013, atrás de paisagens e lendas de Espanha e dias insólitos -, Márcio teve a gentileza e generosidade de incluir um retrato lírico a mim. Dedicado. O poema “Antonio Sines, o sobrevivente”, que em seguida reproduzo-e pelo qual lhe expresso a minha profunda gratidão -, encontrou a sua inspiração direta na leitura do terceiro dos meus livros, enquanto viva o enlutada, de 2010.

Antonio Sines, o sobrevivente

” ao menino, cujo cedo sofrer detestava,
Se limpa um céu de brilho.
Eu imaginava o estandarte final da luta.
O medo alienado que desrespeita
Lhe provoca ânsia de desvendar
O mistério de si mesmo.
A vida adormecida se abriu passo para o futuro
E o vazio se encheu de astros e angostura.
O nada eterna em cada gozo
Faz-lhe aprender com o fôlego
Confiada às constelações.
E levar na sua frente o deboche de viver,
Em vez de imaginar o estandarte final da luta.
Pede à alma a tentação enfurecida.
Coloca a esperança em uma paz sem temor vão
E a vida se lhe apetece uma madrugada
No topo indecifrável do tempo.”

Márcio Catunda com seus Haicais…

1

Os sinos da catedral
Cantam o meio-dia.
Depois, silenciam.

2

O ashram está em mim mesmo.
O satori é agora
Em pensamentos sucessivos.

3

Começa a chuviscar.
O guarda-chuva me anima
A seguir em frente.

4

O rio instila em mim
O frescor das águas
Que vêm nas ondas da tarde.

5

Os barcos vão e vêm
Na viagem circular
Da existência de tudo.

6

Para preencher as horas,
Que música existirá
Quando não houver mais dia?

7

Véu de chuva no céu.
Como desvestir-se
Do hábito de viver?

8

Em diversas direções
Riscam o céu
Os aviões.

9

Alta maré
No sonho da onda.
Desperto, sobressaltado.

10

As janelas dos prédios.
A tarde azulada.
O encanto de estar só.

11

Tarde de nuvens sombrias.
Silêncio nos ramos verdes.
Brisa do anoitecer.

12

Acima dos telhados,
Sem teto nem chão,
A casa do imponderável.

(por www.rioinformal.com/marcio-catunda/)

Ah! Os Poetas!

Alexandra Vieira de Almeida

Lina Tâmega Peixoto: uma grande escritora da literatura brasileira

Historicamente, as mulheres presentes na literatura brasileira sempre contribuíram enormemente para a cultura do país. Uma delas é Lina Tâmega Peixoto. Ela consegue se apresentar ao leitor sempre como uma escritora múltipla e vivaz. Exemplo disso é o seu último livro Alinhavos do tempo (Tagore editora, 2018).

Neste livro, encontramos palavras inusitadas e originais para falar do mundo real e do mundo dos sonhos. Alinhavando os versos com perfeição e precisão, a escritora consegue a difícil proeza de unir o concreto e o abstrato em imagens insólitas. Lina Tâmega Peixoto nesta obra consegue fazer do simples algo extraordinário, carregando o teor simbólico da profundidade linguística. Vejamos os versos de um dos poemas do livro, “O leque de concha”: “A manhã agita/castanhas pétalas de rugas/e a tarde que desfolha/veste o vento por dentro do leque”. Aqui, com linguagem metafórica e surpreendente, a autora consegue reconstruir a passagem do tempo.

Lina Tâmega Peixoto

Essa capacidade única vem de toda experiência de uma excelente vida acadêmica. Nascida em Cataguases (MG) e considerada uma verdadeira dama da literatura nacional, Lina é consagrada e elogiada por importantes nomes da nossa literatura. Intensamente poeta e destacada crítica literária, fundou juntamente com Francisco Marcelo Cabral a revista Meia-Pataca (1948-49), importantíssima publicação no cenário nacional da época.

Chegou a assumir o magistério no Instituto de Letras da Universidade de Brasília. Lá, ministrou disciplinas como Teoria Literária e Língua Portuguesa. Sua fortuna crítica é admirável. Como exemplo, temos a opinião de um dos mais respeitáveis poetas do país, Carlos Drummond de Andrade. Comentando sobre o livro Entretempo (1983), ele disse: “Ela contém a dose de mistério essencial à boa criação lírica e, ao mesmo tempo, é documento de rara sensibilidade humana”.

Realiza pesquisas em Lisboa sobre as raízes do lirismo peninsular, dando como resultado em várias vertentes de estudos literários. Destacam-se, neste momento, pesquisas sobre a poesia de Cecília Meireles. Professora, poeta e crítica de literatura, tem artigos, ensaios críticos e poemas publicados em jornais e revistas do país e de Portugal. Participa de inúmeras antologias poéticas. É membro fundador da Associação Nacional de Escritores (ANE) e pertence à Academia de Letras do Brasil e ao PEN Clube do Brasil (RJ). Como pesquisa recente dela em crítica literária, temos: “O simbolismo imaginário e o devaneio amoroso na poesia de Maria Braga Horta”, em Revista da Academia Mineira de Letras, volume LXXXIV, 2016.

Toda essa vivência – o magistério, a pesquisa, a crítica e a literatura – é transmitida em suas obras, traçando o caminho da beleza inaugural por meio das páginas de suas obras. É uma autora que domina a arte da palavra em várias vertentes. Dessa forma, Lina Tâmega Peixoto, nome literário de Lina Tâmega Peixoto Del Peloso, é uma mestra das letras que tece com encanto a rede das palavras.

De Alexandra Vieira de Almeida – Escritora e Doutora em Literatura Comparada (UERJ)

(Joyce Nogueira -Assessora de Imprensa, joyce@drumond.info)

(Por www.rioinformal.com/alexandra-vieira-de-almeida/)

Poesia e Literatura

Cristina Lebre

A Elegância do Artefato

Ela se demora observando as chiques vitrines de celulares na loja especializada em Informática.  Depois de muito indagar sobre o desempenho dos dispositivos e se encantar com o azul perolado de um deles, aponta-o como seu escolhido.  E pede um exemplar para sair na hora, pelos corredores do shopping, favoritando seus contatos e fotos.

A malha digital de que dispomos hoje se estica favoravelmente a todos os gostos.  Porém, não se enganem, não é o dispositivo que está sujeito ao indivíduo, mas o indivíduo é que, em verdade, traduz-se hoje em um escravo dos gadgets. 

O casamento homem-máquina vai bem, obrigada. Aliás melhor do que muitos casamentos entre humanos mundo afora.  Poderia ser feita uma pesquisa comparando o crescimento dos divórcios e separações com o desenvolvimento tecnológico dos smartphones.  O risco de que estejam crescendo nas mesmas proporções é grande. Enquanto o convívio pessoal exige esforço, dedicação e carinho, relacionar-se com e através da máquina é um passatempo que demanda, no máximo, certo zelo para que não caia no chão, na água ou nas mãos de um pickpocket.  De resto é uma opção quase que óbvia nesses dias de tanta informação e tão pouca profundidade.

A identidade contemporânea parece estar, cada dia mais, intrincada com uma cultura virtual.  Seja pelas medias sociais, pelos canais individuais e coletivos que proliferam como moscas ou pelas plataformas de informações frequentes e instantâneas, viver em consonância com a múltipla oferta tecnológica se constitui em uma nova forma de realização e felicidade.   São milhares de estudos de casos e sobre os quais as academias de todo o mundo se debruçam.   A teia não encolhe.  Antes tece novas e novas redes que se imbricam em torno de um sujeito tão poderoso quanto estereotipado.

Taí o século XXI que não nos deixa mentir.  Um amálgama de questionamentos e reflexões para muitas e muitas noites frias regadas a queijos, vinhos e discussões filosóficas.  Para fazer a história fluir e influenciá-la a, de repente, parar e olhar em volta. Como a madame do dispositivo perolado.

(por www.rioinformal.com/cristina-lebre/)

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