A carrocinha de pipoca

Aos amigos donos ou gerentes de restaurante, não pedimos refeição grátis. Tampouco roupas para aqueles que tem confecção. Podemos sim, pleitear um desconto em nome da amizade, mas sabemos que o trabalho deles tem um custo e que portanto não pode sair de graça. Mas e quando se trata do teatro… A frase mais comum que ouvimos de amigos de toda a sorte quando falamos que estamos em cartaz com um espetáculo e que gostaríamos que fossem nos assistir é: “Tem convite?” Qual a diferença entre o produto que o restaurante e a confecção oferecem para aquele que o teatro oferece? O que acontece com nosso produto que faz com que precisemos ofertar convites para que seja recebido? Porque as plateias de teatro em sua maioria, são compostas de fazedores de teatro e de seus familiares?

Enquanto não conseguimos responder a tantas questões, fazemos teatro!

 Bom mesmo é quando chegamos para fazer sessão e nos deparamos com uma carrocinha de pipoca na porta do teatro – sintoma clássico de que a peça tem público! www.rioinformal.com/susanna-kruger

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1 comentário em “A carrocinha de pipoca”

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