¡Hola México!

Em geral, temos a tendência de fazer uma imagem um pouco caricata do México e dos mexicanos, com sombreros, muita pimenta, mariaches e outras cossitas más… Mas não foi só o que encontrei em Mérida, a capital do distrito de Yulcatán, muito pelo contrário. Encontrei uma cidade com uma arquitetura bem acolhedora e que muito me lembrou, por razões óbvias, as ruas da Califórnia, principalmente de San Diego. As ruas tem um asfalto impecável de excelente qualidade e suportam uma frota de muitas pick-ups e carrões, afinal, grande parte da frota americana é produzida em terras mexicanas. A equipe técnica foi de uma simpatia e cordialidade enorme e, pra minha surpresa, o técnico que me auxiliou disse já me conhecer e me acompanhar em algumas redes sociais, adorei… Depois do nosso show fomos buscar algo pra comer e os locais nos indicaram um lugar que abriga vários quiosques com variadas especialidades, o Mercado 50, acabei comendo um super Burger muito bom e uma cervejinha pra acompanhar. De repente começa uma banda a tocar uns blues e rocks muito bons e o que mais chamou a atenção foi o som, muito simples e muito bem adequado ao lugar, sem agredir e com arranjos muito bacanas. Na manhã seguinte, depois de um farto café da manhã, seguimos, por indicação dos amigos do som, pra conhecer um Cenote, Zona Arqueológica de Dzibilchaltún, formações geológicas com água muito limpa e agradável. Os Cenotes foram estudados por Jacques Cousteau e acabaram virando tema de filme, o que nós fomos conhecer fazia parte de um sítio arqueológico com templos dos Mayas, o que foi uma grande coincidência, pois acabávamos de perder nosso grande Arthur Maia, meu amigo de tão longa data. Ficaram as lembranças de momentos memoráveis e incontáveis histórias. Na tarde daquele mesmo dia fomos ao centro histórico de Mérida conhecer a cidade e comprar algumas lembranças. As caveiras são muito tradicionais no país todo e é curioso como eles lidam com a morte de uma forma lúdica e divertida. Em resumo, recomendo demais uma visita e até mesmo uma temporada pra morar no México. Voltamos via Acapulco e Panamá pela Copa Air como na ída. ¡Olé!

 

(por www.rioinformal.com/leco-possollo/)

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