Coletivos se espalham pelo mundo para proteger as iniciativas femininas.

 No ada.vc, um site onde mulheres escrevem sobre tecnologia e sobre mulheres na tecnologia publicou uma matéria por ocasião do 8M que me chamou atenção . É sobre mulheres brasileiras que trabalham, pesquisam e se ajudam coletivamente para divulgar e proteger iniciativas em TI constituídos por elas,  que é estão espalhadas, e abrigadas, em comunidades no Brasil e pelo mundo. Vou reportar o que a matéria trazia, resumidamente, em exemplos de coletivos e iniciativas que trilham este caminho.

 A comunidade WoMakersCode  abre seu site dizendo “Empoderar é o primeiro passo para novas revoluções” e na breve descrição apontam: “ Queremos juntas, construir e promover ferramentas e conhecimentos necessários para o crescimento pessoal e profissional”. Trata-se de “uma iniciativa sem fins lucrativos, que busca o protagonismo feminino na tecnologia, através do desenvolvimento profissional e econômico”, fundado em 2015, no interior do Rio Grande do Sul, segundo o site. Tem como missão capacitar mulheres para o mercado, tratar com empresas do setor sobre a promoção, retenção e contratação de mulheres e “construir uma comunidade onde o networking e o mentorship sejam base de transformação.

 O Elas Program, por exemplo, é um grupo fechado no Facebook que tem como objetivo “conectar mulheres que querem entrar na área de TI com quem já atua no mercado para que juntas se fortaleçam.” No grupo você pode encontrar vagas para emprego, cursos, workshops na área, projetos e artigos de outras comunidades feministas que vão além da rede social.

Estes são dois exemplos que o Ada.vc nos oferece e, tem também, a PyLadies Brasil, que já mapeou ao menos 23 núcleos onde estão inseridas mais de 500 mulheres, segundo Ana Clara Mendes, em entrevista ao ada.vc.  Ana Clara nos conta como os grupos se formam e deixa claro que o mercado é masculino, como sabemos, mas estamos em franca mudança.

 Estas iniciativas nos apontam os caminhos que temos a percorrer e que com parceria e coletivamente podereis abrir frente e soluções diante das dificuldades que ainda existem no nosso mundo tão masculinizado.

 Mara Cecília.

22/03/2019.

(por www.rioinformal.com/mara-cecilia/)

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